Economia
Acreditações
Propinas UE (2026/2027)
Propinas fora da UE (2026/2027)
Plano de Estudos para 2026/2027
Informática para Economistas
Com esta unidade curricular o aluno deverá ficar apto a:
1. Descrever as variáveis e as fórmulas necessárias para construir um modelo de cálculo;
2. Utilizar funcionalidades básicas de uma folha de cálculo;
3. Utilizar funções para construção de modelos em folha de cálculo;
4. Construir modelos avançados aplicados à gestão e economia em folha de cálculo;
5. Automatizar procedimentos com a utilização de VBA.
Os principais conteúdos programáticos a abordar são:
1. Introdução às folhas de cálculo
2. Construção de modelos de cálculo
3. Extração de Informação
4. Introdução ao Visual Basic for Applications
Avaliação ao longo do semestre:
- Trabalho de grupo (40%) - Projeto realizado em grupo. Obrigatório, sem nota mínima.
- Teste individual (60%) - Teste escrito individual e sem consulta, englobando toda a matéria, a realizar na data da 1ª época. Obrigatório, com nota mínima de 8 (em 20).
Requer-se ainda uma assuidade mínima às aulas de 75%.
Exame Final (100%):
- Exame escrito individual, sem consulta, com toda a matéria.
Realiza exame final – na época 1, 2 ou especial (segundo as regras pedagógicas) - quem não tenha concluído com sucesso a avaliação ao longo do semestre, com uma nota média superior ou igual a 10 (em 20).
- Winston, Wayne L. (2021). Microsoft Excel Data Analysis and Business Modeling (Office 2021 and Microsoft 365), 7th Edition, Microsoft, USA., ISBN 978-013-761-366-3.
- Martins, António & Alturas, Bráulio (2022). Aprenda Excel com Casos Práticos, 2ª Edição, Edições Sílabo, Lisboa, ISBN: 978-989-561-236-9.
- Dias Curto, José, & Vieira, Duarte (2023). Excel para Economia e Gestão, 5ª Ed., Edições Sílabo, Lisboa, ISBN 978-989-561-290-1.
- Bernardo, Maria do Rosário; Negas, Mário Carrilho & Isaías, Pedro (2013). Excel Aplicado, FCA Editora, ISBN 978-972-722-755-6.
- Dreher, Gil (2023). Excel 2023: The Must-Have Guide to Master Microsoft Excel - From Beginner to Pro in less than 7 Days - Step-by-step Formulas and Functions with Tutorials and Illustration, Gil Dreher, Author edition, ISBN 979-837-552-249-4.
- McFedries, Paul & Harvey, Greg (2021). Excel All-in-One For Dummies, John Wiley & Sons, New Jersey, USA, ISBN 978-111-983-072-6.
- Lomonaco, Leonardo (2023). EXCEL - A Comprehensive Guide to Become an Expert on Excel 2023 With All-in-One Approach, 1st. Ed., Leonardo Lomonaco, Author edition, ISBN 979-821-534-773-7.
- Maxwell, Daniel (2024). Excel 2024 Bible: A comprehensive step by step guide from Beginner to Expert. Unlock Simple Strategies to Boost Productivity, Save Time, and Excel in Your Career, ISBN 979-832-120-814-4.
- Monk, Ellen F.; Brady, Joseph A. & Mendelsohn, Emilio I. (2017). Problem-Solving Cases in Microsoft Access And Excel, 15th Edition, Course Technology, Cengage Learning, Boston, USA., ISBN 978-133-710-133-2.
- Peres, Paula (2014). Excel Avançado (3ª Edição), Sílabo, Lisboa, ISBN 978-972-618-640-3.
Introdução à Ciência Económica
A aprendizagem no âmbito da UC traduz-se nas seguintes competências do aluno:
1. Conhecer as principais etapas de evolução e escolas de pensamento económico
2. Perceber a natureza dinâmica e controversa do pensamento económico
3. Identificar os conceitos e as categorias de análise económica introduzidos no âmbito das diferentes escolas de pensamento económico
4. Analisar os temas e problemas da actualidade económica a partir dos quadros teóricos e analíticos apresentados
P1 A Economia como ciência e como objecto de conhecimento
P2 Economia, Moral e Política: da Grécia Antiga à construção do Estado Moderno
P3 A Economia Política Clássica
P4 O capitalismo e os seus críticos
P5 As origens da Economia Neoclássica
P6 A crítica à Economia Neoclássica: Institucionalismo e Evolucionismo
P7 As crises económicas e o papel económico do Estado: Keynes
P8 O novo liberalismo: a Escola Austríaca e a Escola de Chicago
P9 Tendências actuais de desenvolvimento das ideias económicas
1. Avaliação ao longo do semestre:
Instrumentos de avaliação:
a. Dois testes: Teste intermédio e teste final (30% cada)
b. Trabalho de grupo (40%):
- Apresentação colectiva curta referente a um texto original de um dos autores estudados no programa da unidade curricular (5%);
- Perguntas individuais ao grupo (10%)
- Confronto de ideias (20%)
- Votação comentada (5%)
No conjunto da avaliação obtida nos dois testes a nota mínima é de 8 valores.
Assiduidade mínima de 80%
2. Avaliação final
Exames de 1ª e 2ª época (nota final correspondente à nota do exame)
Notas Pedagógicas 1: A Economia como ciência e como objecto de conhecimento
Notas Pedagógicas 2: As origens da Economia Política Clássica
Notas Pedagógicas 3: A Economia Política Clássica
Notas Pedagógicas 4: As Críticas à Economia Política Clássica I
Notas Pedagógicas 5: As Críticas à Economia Política Clássica II
Notas Pedagógicas 6: Marginalismo e fundamentos da corrente neoclássica
Notas Pedagógicas 7: A ruptura de Keynes
Notas Pedagógicas 8: As heterodoxias: o Institucionalismo e o Evolucionismo
Notas Pedagógicas 9: Panorama Actual do Pensamento Económico
Backhouse, Roger (2002), The Penguin History of Economics, London, Peguin Books.
Louçã, Francisco, e José Maria Castro Caldas (2009), Economia(s), Lisboa, Edições Afrontamento
Milonakis, Dimitris e Ben Fine (2009), From Political Economy to Economics, Routledge
Samuels,Warren, Jeff Biddle e John Davis (2003), A Companion to the History of Economic Thought, Balckwell Publishing
Galbraith, J. K. (1994), A Short History of Financial Euphoria, Penguin Books.
Nunes, A. Sedas (1992), História dos Factos e das Doutrinas Sociais, da formação histórica do capitalismo ao marxismo, Lisboa Editorial Presença.
Nunes, A. Sedas (1977), Questões Preliminares Sobre as Ciências Sociais, Editorial Presença/Gabinete de Investigações Sociais.
Pressman, Steven (2006), Fifty Major Economists, London, Routledge.
Samuelson, Paul e Nordhaus, William, Economia, 18 ed., McGrawHIll, 2005.
Microeconomia I
OA1. Conhecer e saber aplicar o modelo de raciocínio típico da análise económica.
OA2. Conhecer o processo de decisão do consumidor, compreendendo de que modo a escolha ótima se altera com variações dos preços e do rendimento.
OA3. Saber analisar a tecnologia de produção das empresas do ponto de vista económico e conhecer as várias medidas de custos.
OA4. Conhecer as principais estruturas de mercado, o processo de decisão das empresas em cada um destes contextos, o equilíbrio que se estabelece no mercado e a sua eficiência.
OA5. Saber aplicar o referencial teórico fundamental a casos reais que se enquadrem na matéria lecionada.
CP1. PARTE A: Microeconomia - Conceitos Introdutórios
- Conceitos fundamentais
- Procura, oferta e equilíbrio de mercado
- Excedentes, eficiência e falhas de mercado
- Elasticidades
- Intervenção do Governo na economia (impostos e preços regulados)
CP2. PARTE B: Teoria do Consumidor
- Preferências e utilidade
- Restrição orçamental
- Escolha ótima
- Procura individual e Procura de mercado
CP3. PARTE C: Teoria do Produtor
- Produção
- Custos
CP4. PARTE D: Estruturas de Mercado
- Concorrência Perfeita
- Monopólio
- Outros Modelos de Concorrência Imperfeita
A avaliação decorre de uma das seguintes formas.
Regime A: Avaliação Periódica
- Teste intermédio (50%)
- Exame de 1ª época (50%)
Nota mínima: 7,5 valores nos dois testes (intermédio e final)
Regime B: Avaliação Final - Exame Final (100%)
Textos de apoio a disponiblizar pela equipa docente.
Varian, H. (2014), Intermediate Microeconomics - A Modern Approach, 9ª edição, Verlag Dashofer.
Krugman, P. e R. Wells (2018), Microeconomics, 5ª edição, Worth Publishers.
Frank, R. e E. Cartwright (2016), Microeconomics and Behavior, 2ª edição, McGraw-Hill.
Matemática I
No final desta UC o aluno deverá:
OA1: Entender como a ideia de limite surge na resolução de diversos problemas; em particular, compreender o conceito de derivada enquanto limite especial e ferramenta essencial para resolver problemas de taxas de variação, de aproximação de funções e de otimização.
AO2: Compreender o integral definido, conceito básico do cálculo integral, e a sua ligação ao cálculo diferencial; conhecer os métodos de integração; saber usar o integral para calcular áreas entre curvas ou determinar o excedente do consumidor.
OA3: Saber o que é uma equação diferencial e a sua importância na modulação matemática; saber como obter informação sobre as suas soluções; saber resolver explicitamente algumas equações diferenciais.
OA4: Compreender o conceito de série e de convergência de séries; determinar a convergência das séries geométricas, e usá-las para resolver alguns problemas reais, entender a sua importância na representação de funções como somas de séries infinitas.
CP1. Limites e Derivadas
1.1. Limite e continuidade de uma função
1.2. Derivadas e taxas de variação, a função derivada
1.3. Regra da Cadeia
1.4. Derivação implícita
1.5. Aproximação linear e diferenciais; polinómios de Taylor
1.6. Aplicações da derivação: extremos, Teorema de Rolle, Teorema do Valor Médio, problemas de otimização
CP2. Integrais
2.1. Introdução cálculo integral; primitivas
2.2. Técnicas de integração
2.3. Integral definido, Teorema Fundamental do Cálculo Integral e integral indefinido
2.4. Aplicações dos integrais: áreas, aplicações à economia
CP3. Equações Diferencias Ordinárias
3.1. Modelação com equações diferenciais, modelos de crescimento
3.2. Equações separáveis
3.3. Equações lineares, mudança de variável - equações de Bernoulli
CP4.Séries
4.1. Sucessões e séries
4.2. Séries geométricas e alguns testes de convergência
4.3. Séries de potências e representações de algumas funções como séries de potências; polinómios de Taylor
4.4. Aplicações de séries à economia
A nota mínima de aprovação na unidade curricular é de 9.5 valores.
Modalidades de avaliação - Os alunos podem optar por uma das seguintes modalidades de avaliação:
1) Avaliação ao longo do semestre, composta por:
Assiduidade mínima de 75% das aulas - 27 aulas
Minitestes (25%): 3 minitestes realizados em aula
Frequência (75%): prova escrita realizada na 1ª época de avaliação; nota mínima de 8.0 valores.
2) Avaliação por exame: realização de uma prova escrita (com um peso de 100%), na 1ª época ou na 2ª época do período de avaliação.
Nota 1: Os alunos repetentes dispõem das mesmas modalidades de avaliação, sujeitas às mesmas regras.
Nota 2: Em qualquer das modalidades de avaliação, a equipa docente reserva-se o direito de solicitar uma avaliação complementar, em formato individual, sempre que tal se revele necessário para validar os elementos de avaliação apresentados e aferir a aquisição dos conhecimentos e competências correspondentes. O resultado desta avaliação complementar é determinante para efeitos da classificação final do respetivo elemento de avaliação.
Regras da avaliação ao longo do semestre
Um aluno é excluído do modo de avaliação ao longo do semestre, passando automaticamente para o modo de avaliação por exame, na seguinte situação:
i) Não cumprir a assiduidade mínima de 27 aulas efetivamente lecionadas;
ii) Ter obtido nota inferior a 8.0 valores na Frequência.
Minitestes
(i) São realizados 3 minitestes ao longo do período letivo, a realizar durante as aulas. Cada miniteste tem uma duração máxima de 20 minutos, em data e hora a anunciar e incide sobre a matéria dada anteriormente.
(ii) Os alunos têm de realizar os minitestes na turma a que pertencem, não sendo admitido que realizem nas outras turmas.
(iii) Para cálculo da nota final nesta componente será feita a média das notas dos 3 minitestes realizados.
(iv) Os momentos de avaliação não realizados têm a classificação de 0 valores.
(v) Para os alunos que escolham avaliação ao longo do semestre, o resultado final é considerado o melhor entre avaliação ao longo do semestre e avaliação por exame.
James Stewart, Cálculo Volume 1 - Tradução de 8ª Edição Norte Americana, 2017, Cengage, ISBN-13: 9788522125845
James Stewart, Cálculo Volume 2 - Tradução de 8ª Edição Norte Americana, 2017, Cengade, ISBN-13: 9788522125845
James Stewart, Calculus, Early Transcendentals, International Metric Edition, 8th Edition, 2017, Cengade Learning, ISBN: 9781305272378
Knut Sydsæter, Peter Hammond, Arne Strøm & Andrés Carvajal, Essential Mathematics for Economic Analysis, 5th edition, 2016, Pearson, ISBN-13: 9781292074610
Michael Hoy, John Livernois, Chris Mckenna, Ray Rees & Thanasis Stengos,, Mathematics for Economics, 3rd edition,, 2011, Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, ISBN: 9780262516228
Matemática II
No final desta UC o aluno deverá:
OA1. Dominar a linguagem vetorial e matricial, e usá-la para resolver e classificar sistemas de equações lineares; calcular, interpretar e aplicar determinantes de matrizes quadradas; calcular e interpretar valores e vetores próprios, diagonalizar matrizes e aplicar estas ferramentas para classificar formas quadráticas.
OA2. Os diferentes pontos de vista do conceito de função de mais de uma variável (descritivo, numérico, algébrico e gráfico), bem como os conceitos fundamentais de limite e diferenciabilidade destas funções. Compreender as diferenças e analogias da análise de funções na passagem de uma variável a duas (ou mais) variáveis.
OA3. Reconhecer e resolver problemas de otimização, não condicionada e condicionada, que envolvem funções com mais de uma variável.
OA4. Estender o conceito de integral definido à integração dupla, para funções de duas variáveis, usada para o cálculo de volumes.
CP1. Álgebra Linear
1.1. Sistemas de equações lineares
1.2. Matrizes e álgebra matricial
1.3. Determinantes
1.4. Valores próprios e vetores próprios
1.5. Formas quadráticas
CP2. Funções de mais de uma variável
2.1. Funções de mais de uma variável
2.2. Limites e continuidade
2.3. Planos tangentes e aproximações lineares
2.4. A Regra da Cadeia
2.5. Derivadas direcionais e vetor gradiente
2.6. Extremos
CP3. Otimização
3.1. Otimização em R (revisões)
3.2. Otimização em Rn
3.2.1. Extremos livres em Rn
3.2.2. Extremos condicionados em Rn
CP4. Integração em Rn
4.1. Integração dupla
4.2. Aplicações de integração dupla em problemas de economia
A nota mínima de aprovação na unidade curricular é de 9.5 valores.
Modalidades de avaliação - Os alunos podem optar por uma das seguintes modalidades de avaliação:
1) Avaliação ao longo do semestre, composta por:
Assiduidade mínima de 75% das aulas - 27 aulas
Minitestes (25%): 3 minitestes realizados em aula
Frequência (75%): prova escrita realizada na 1ª época de avaliação; nota mínima de 8.0 valores.
2) Avaliação por exame: realização de uma prova escrita (com um peso de 100%), na 1ª época ou na 2ª época do período de avaliação.
Nota 1: Os alunos repetentes dispõem das mesmas modalidades de avaliação, sujeitas às mesmas regras.
Nota 2: Os docentes responsáveis reservam-se o direito de fazer orais sempre que considerem necessário.
Regras da avaliação ao longo do semestre
Um aluno é excluído do modo de avaliação ao longo do semestre, passando automaticamente para o modo de avaliação por exame, na seguinte situação:
i) Não cumprir a assiduidade mínima de 27 aulas práticas efetivamente lecionadas;
ii) Ter obtido nota inferior a 8.0 valores na Frequência.
Minitestes
(i) São realizados 3 minitestes ao longo do período letivo, a realizar durante as aulas. Cada miniteste tem uma duração máxima de 20 minutos, em data e hora a anunciar e incide sobre a matéria dada anteriormente.
(ii) Os alunos têm de realizar os minitestes na turma a que pertencem, não sendo admitido que realizem nas outras turmas.
(iii) Para cálculo da nota final nesta componente será feita a média das notas dos 3 minitestes realizados.
(iv) Os momentos de avaliação não realizados têm a classificação de 0 valores.
(v) Para os alunos que escolham avaliação ao longo do semestre, o resultado final é considerado o melhor entre avaliação ao longo do semestre e avaliação por exame.
Howard Anton, Chris Rorres, Algebra Linear com Aplicações, 10ª Edição, 2012, Bookman. ISBN: 9788540701694
James Stewart, Cálculo Volume 2, Tradução da 8ª Edição Norte Americana, 2017, Cengage Learning. ISBN-13: 9788522125845
James Stewart, Calculus, Early Transcendentals, International Metric Edition, 8th Edition,Cengage Learning. ISBN: 9781305272378
Knut Sydsaeter, Peter Hammond, Arne Strom & Andrés Carvajal, Essential Mathematics for Economic Analysis, 5th edition, 2016, Pearson. ISBN-13: 9781292074610
Michael Hoy, John Livernois, Chris Mckenna, Ray Rees & Thanasis Stengos, Mathematics for Economics, 3rd edition, 2011, Cambridge, Massachusetts: The MIT Press. ISBN: 9780262516228
Problemas Económicos Contemporâneos
A- Competências de comunicação:
A1* Adquirir capacidade de sintetizar ideias e apresentar conclusões (a avaliar através de avaliação contínua/Exame final);
B- Competências de análise e síntese da realidade económica:
B1* Compreender a importância da informação estatística para a análise da realidade económica, exercitando a sua utilização crítica (a avaliar através de avaliação contínua/Exame final).
1. Introdução
2. A globalização do comércio hoje
3. A globalização da produção hoje
4. A emergência do mundo multipolar e o fim da ordem global ?liberal??
5. ?Tempo incertos, vidas instáveis?
6. Restruturação económica e competitividade: articulações territoriais em contexto de globalização
7. Capital humano e mobilidade(s): demografia, migrações, qualificações
8. Coesão social e territorial: assimetrias, bem-estar e qualidade de vida
9. A criação de valor nas sociedades contemporâneas
10. Política(s) económica(s), planeamento e governança num mundo multi-escala
A avaliação periódica materializa-se em:
1. um teste individual - 50%
2. um trabalho de grupo, com uma dimensão escrita e apresentações orais nas aulas - 50%
São excluídos da avaliação contínua os alunos com menos de 7 valores no teste.
Avaliação final: Exame (100%)
Será sugerida semanalmente bibliografia específica para cada um dos blocos do programa.
www.undp.org PNUD
www.ocde.org OCDE
www.ine.pt : Instituto Nacional de Estatística
www.iefp.pt Instituto do Emprego e formação Profissional
www.gep.msess.gov.pt/ : Gabinete Estratégia e Planeamento MSESS
www.ec.europa.eu/eurostat EUROSTAT
www.dgo.pt: Direção Geral do Orçamento-Ministério das Finanças
www.bportugal.pt : Banco de Portugal
http://www.gee.min-economia.pt : GEE-Ministério da Economia e da Inovação
http://www.b-on.pt/ Biblioteca On-line
Sítios de referência na Internet:
- World Bank (...) World Development Report
- The Core Team, The Economy (https://www.core-econ.org/the-economy/)
- PNUD (...) Relatório do Desenvolvimento Humano
- Mateus, Augusto, ed. (2013) 25 anos de Portugal Europeu. Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa.
- Mamede, Ricardo Paes (2015) O que fazer com este país. Marcador, Lisboa.
- EU (...) Eurostat Regional Yearbook
- EU (...) Europe in Figures-Eurostat Yearbook
- Campenhoudt, Luc Van; Quivy, Raymond; Marquet, Jacques (2019), Manual de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa
- BP (...) Relatório Anual; Banco de Portugal
- Albarello, Luc et alli. (1997) Práticas e Métodos de Investigação em Ciências Sociais, Gradiva, Lisboa.
- ADC (2018), Relatório do Desenvolvimento & Coesão - 2018, Agência para o Desenvolvimento e Coesão, Lisboa.
Contabilidade Financeira
No final da unidade curricular, cada estudante deverá ser capaz de:
OA1: Explicar o papel da contabilidade financeira no contexto organizacional e no suporte à decisão de gestão;
OA2: Identificar e descrever os elementos e a estrutura das principais demonstrações financeiras;
OA3: Analisar o impacto de decisões de investimento, financiamento e operacionais nas diferentes demonstrações financeiras;
OA4: Aplicar os critérios de Reconhec., mensuração e desreconh. a ativos relevantes para as atividades de negócio.
1 - A CONTABILIDADE COMO LINGUAGEM DOS NEGÓCIOS
Negócio e atividades; Intervenientes; Papel da contab.; IFRS vs SNC
2 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Conj. completo; Obj. e inform.; Visão integrada; IFRS vs SNC
3 – DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA
Elementos e critérios de reconhec.; Estrutura, inform. e transações; IFRS vs SNC
4 - DEMONSTRAÇÃO DE LUCRO OU PREJUÍZO E OUT. RESULT. ABRANGENTES
Elementos; Estrutura, inform. e transações; Regime do acréscimo;Rédito; IFRS vs SNC
5 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Elementos, Estrutura e transações; IFRS vs SNC
6 – INVENTÁRIOS
Conceito e classificação; Reconhec., mensuração inicial e subseq., desreconh.; Custeio das saídas; Efeito do IVA; IFRS vs SNC.
7 – ATIVOS FIXOS TANGÍVEIS
Conceito e classificação; Reconhec., mensuração inicial e subseq., desreconh.; Efeito do IVA; IFRS vs SNC.
8 – ATIVOS INTANGÍVEIS
Conceito e classificação; Reconhec., mensuração inicial e subseq., desreconh.; Efeito do IVA; IFRS vs SNC.
O processo de avaliação na unidade curricular é realizado através de duas modalidades distintas, de acordo com o Regulamento Escolar em vigor:
- Avaliação ao longo do semestre: compreende três instrumentos de avaliação — um conjunto de 4 (quatro) minitestes online (10%, individual), um trabalho de grupo de resolução em aula (15%) e uma frequência final (75%). A nota mínima na frequência final para aprovação é de 8,5 valores. Os estudantes devem cumprir uma assiduidade mínima de 2/3 das aulas para obter aprovação nesta modalidade.
- Avaliação por exame: consiste na realização de um exame final com ponderação de 100%.
Para efeitos de avaliação, aplicam-se o Regulamento Geral de Avaliação de Conhecimentos e Competências (RGACC), o Regulamento de Estudantes com Estatuto Especial (REEE) e o Código de Conduta Académica do Iscte.
Harrison, W., Horngreen, C., Thomas, C.W. (2024). Financial Accounting IFRS, Global Edition, 12th edition.
Lourenço, I., et al. (2020). Fundamentos de Contabilidade Financeira – Teoria e Casos (3.ª ed.). Edições Sílabo.
IFRS Foundation. (2026). International Financial Reporting Standards (IFRS). Disponível em: https://www.cnc.min-financas.pt
Weygandt, J., Kieso, D., & Kimmel, P. (2026). Financial Accounting (10th ed.). Wiley.
Gowthorpe, C. (2024). Business Accounting & Finance (6th ed.). Cengage.
Comissão de Normalização Contabilística (CNC). (2025). Sistema de Normalização Contabilística (SNC). Disponível em: https://www.cnc.min-financas.pt
Fundamentos de Gestão Sustentável
OA1 - Compreender e debater as conceitos fundamentais da gestão e das organizações.
OA2 - Identificar e debater as questões de ética, gestão responsável e a sustenatabilidade nas diversas dimensões da gestão organizacional
OA3 - Identificar e desenvolver competências de gestão
OA4 - Familiarizar com movimentos globais que impactam na gestão e nas organizações do futuro
CP1 - Gestão e Organizações
CP2 - Gestão ética, responsável e sustentabilidade
CP3 - Gestão de pessoas, grupos e equipas
CP4 - Gestão da mudança e da transição digital
CP5 - Gestão da globalização
A UC está estruturada em 2 tipos de aulas:
- teóricas com apresentação dos conceitos, das perspectivas teóricas e dos conteúdos de desenvolvimento de forma expositiva;
- teórico-práticas onde serão feitas apresentações de grupo, seguidas de discussão alargada.
Metodologias de ensino-aprendizagem (MEA):
1. Expositivas, para apresentação dos quadros teóricos de referência
2. Participativas, com análise e discussão de casos de estudo
3. Activas com apresentações de grupo
4. Auto-estudo
Laasch, O. (2021). Principles of Management (2nd Edition). SAGE Publications, Ltd. (UK)
Clegg, S., Pitsis, T. and Mount, M (2022). Managing and organizations, SAGE
Artigos e textos a fornecer pelo docente
História Económica e Social
O estudante que complete com sucesso esta UC será capaz:
OA1. Identificar correctamente os principais ciclos económicos e políticos e as respectivas características;
OA2. Distinguir a relação entre fenómenos sociais e ciclos económicos
OA3. Relacionar a evolução dos ciclos desenvolvimento comercial com as etapas do sistema financeiro internacional
OA4. Identificar as principais correntes de pensamento da economia política internacional
OA5. Dominar os principais conceitos da disciplina e saber aplicá-los na exposição oral e escrita
OA6. Comparar os pontos de partida e as assumpções de base teóricas das as principais correntes de pensamento da economia política internacional
CP1. Introdução: conceitos e escolas de pensamento sobre as relações económicas internacionais. Aspetos metodológicos de análise.
CP2 Crescimento económico e assimetrias de desenvolvimento.
CP2.1. Ciclos económicos, políticas internacionais e crescimento do comércio no século XIX e XX
CP2.2 A Inglaterra e a teoria do comércio livre, a Alemanha e os Estados Unidos.
CP2.3. Industrialização e a revolução tecnológica nos transportes e comunicações de finais de século XIX. As firmas multifuncionais e a escala internacional das empresas.
CP2.4. Os Países Subdesenvolvidos e os Novos Países industrializados.
CP2.5. Estratégias de recuperação
CP2.6. O período do após Guerra e a prosperidade europeia.
CP3. O sistema financeiro internacional
CP3.1. Ascensão e queda do padrão-ouro.
CP3.2. O sistema de Bretton Woods e o papel do FMI
CP3.3. Os câmbios flutuantes e o papel do dólar.
CP3.4. As crises petrolíferas e o seu impacto no sistema financeiro.
CP4. Portugal no contexto económico internacional
Regime de avaliação: contínua ou final.
Avaliação contínua: são admitidas 3 faltas nas aulas.
Os estudantes devem realizar 3 provas:
Frequência individual (60%); trabalho em grupo desenvolvido nas aulas Teórico-Práticas (30%); discussão em aula do trabalho em grupo (10%).
Os estudantes ficam aprovados se na avaliação contínua tiverem uma
classificação superior ou igual a 9,5 valores na média das 3 provas.
Avaliação final: os estudantes terão acesso a um exame final (1ª e/ou 2ª época).
Madureira, N.L. "International Economic Agreements", in James Ciment (ed.) Booms and Busts:An Encyclopedia of Economic History , (New York: Sharpe Reference, 2010),Vol.II, 401-404.
Gilpin, Robert, The Political Economy of International Relations, Princeton University Press, Princeton, 1987.
Frieden, Jeffry A., Global Capitalism: Its Fall and Rise in the Twentieth Century, W. W. Norton, Nova Iorque, 2006.
Rosenberg, Nathan, Exploring the Black Box : Technology, Economics, and History, Cambridge University Press, Cambridge, 1994.
Rosenberg, Nathan;¸ Birdzell L.E., Jr., How the West Grew Rich: The Economic Transformation of the Industrial World, Basic Books, 1987.
Richards Alan and Waterbury, John, A Political Economy of the Middle East, Westview Press,Londres, 2nd edition 1996
Okumura, Hiroshi, Corporate Capitalism in Japan, Palgrave Macmillan, Nova Iorque/ Londres, 2000.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill , Londres ?Nova Iorque, 2005
Millward, Robert, Private and Public enterprise in Europe, Cambridge University Press , Cambridge, 2005.
Milward, Alan S. The European rescue of the Nation State, Routledge and Keegan , Londres, (1992) 1995.
Maxfield, Sylvia, Gatekeepers of Growth, , Princeton University Press, Princeton, 1997.
Marrison, Andrew, Free Trade and Its Reception 1815-1960: Freedom and Trade, Routledge Explorations in Economic History , No 8,1998.
Morgenthau, Hans e Thompson, Kenneth W e Clinton, David Politics Among Nations, McGraw-Hill , Londres ?Nova Iorque, 2005
Lelart, Michel, O sistema Monetário Internacional, Terramar, Lisboa, (1991) 1997.
Frieden. Jeffry A. & Lake, David, A., International Political Economy, St. Matin?s Press, Nova Iorque, 1991.
Eichngreen, Barry, Globalizing Capital. A history of the International Monetary System, Princeton University Press, Princetn, 1996.
Bairoch, Paul, Mitos e paradoxos da História Económica, Terramar, Lisboa, (1993) 2001.
Introdução às Finanças
No final do período curricular desta UC, o aluno deverá:
1. Explicar os conceitos de valor financeiro do tempo, actualização e capitalização e saber comparar fluxos financeiros com diferentes timings;
2. Saber calcular fluxos financeiros de operações de aplicação e de financiamento.
3. Caracterizar o funcionamento dos principais mercados financeiros;
4. Saber operar com taxas de câmbio e taxas de juro;
5. Descrever o conceito de rendibilidade e sua articulação com a estrutura financeira de uma empresa e saber calcular e interpretar os principais indicadores de rendibilidade;
6. Saber analisar a situação financeira de uma empresa e calcular e interpretar os principais indicadores financeiros;
7. Descrever e calcular o conceito de working capital e analisar o seu efeito na situação financeira da empresa;
8. Descrever e calcular o cash flow num projecto de investimento;
9. Calcular e interpretar os principais critérios de avaliação de um projecto.
I - Valor Financeiro do Tempo
1. A noção de juro, consumo e poupança
2. Taxa de juro nominal e real
3. Intermediação financeira e risco
4. Juros simples e compostos
5. Conceitos de atualização e capitalização
6. Fluxos periódicos e regulares: rendas
II - Mercados, Instrumentos e Instituições Financeiras
1. Mercado cambial: a taxa de câmbio
2. Mercado monetário: a taxa de juro
3. Mercado de capitais: primário e secundário
4. A informação financeira: fontes e análise
5. Utilização crítica de ferramentas de Inteligência Artificial na pesquisa, análise e interpretação de informação financeira.
III - A Análise Financeira da Empresa
1. Fluxos financeiros/económicos
2. Resultados e indicadores de rendibilidade
3. Leverage financeiro
4. Working capital
5. Equilíbrio financeiro
6. Análise de fluxos financeiros
IV - Investimentos Reais
1. Natureza
2. Conceito de cash flow
3. Metodologia de avaliação
4. A taxa de atualização
5. Critérios de avaliação: VAL, TIR, IRP e PRI
Avaliação ao longo do semestre:
Não existe assiduidade mínima obrigatória.
Realização de 2 Testes:
1. Teste Intermédio – vale 40% da nota final, é presencial, e sem nota mínima. Incide sobre os pontos I e II do Conteúdo Programático;
2. Teste Final – vale 60% da nota final, é presencial (no mesmo momento do Exame de 1.ª Época), e sem nota mínima. Incide sobre os pontos III e IV do Conteúdo Programático.
Para a realização do Teste Intermédio e do Teste Final pode ser requerida inscrição prévia obrigatória.
Avaliação por exame:
Quer o Exame de 1.ª Época, quer o de 2.ª Época, vale 100% da nota final, e é presencial. Cada exame incide sobre todos os pontos do Conteúdo Programático.
Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L., 2023, "Introdução às Finanças - Fundamentos de Finanças com Casos Práticos Resolvidos e Propostos", Edições Sílabo, 4ª Edição, Lisboa, EAN 9789895613298 - https://silabo.pt/catalogo/gestao-organizacional/financas/livro/introducao-as-financas/
Mota, A. G., Barroso, C., Soares, H. e Laureano, L., 2024, " Introduction to Finance - Fundamentals of Finance with Solved Exercises and Follow-up Exercises", Edições Sílabo, 4th Edition, Lisboa, - ISBN
https://silabo.pt/catalogo/gestao-organizacional/livro/introduction-to-finance-e-book/
Brealey, Richard A., Myers, Stewart C. e Franklin Allen, 2019, "ISE Principles of Corporate Finance", 13th Edition, McGraw Hill Education. ISBN-13: 978-1260565553 - https://www.amazon.com/Principles-Corporate-Finance-Richard-Brealey/dp/1260565556/ref=sr_1_1?crid=15NY5DGEOK65Z&keywords=corporate+finance+brealey&qid=1704553527&sprefix=corporate+finance+brealey%2Caps%2C183&sr=8-1
Ross, S., Westerfield R. e B. Jordan, 2021, "Fundamentals of Corporate Finance ISE", 13th Edition, McGraw-Hill. ISBN: 9781265553609 - https://www.amazon.com/Fundamentals-Corporate-Finance-International-Textbook/dp/1265553602/ref=sr_1_1?crid=26P0JNL6N6KZL&keywords=fund
Contabilidade de Gestão
Após frequência e aprovação nesta Unidade Curricular os alunos devem:
OA1: Compreender a relevância da Contabilidade de Gestão nas organizações;
OA2: Aplicar os métodos de imputação dos custos aos diferentes objetos de custeio;
OA3: Identificar os efeitos nos resultados do uso de diferentes sistemas de custeio;
OA4: Identificar e aplicar os princípios básicos para a tomada de decisão;
OA5: Explicitar o papel da orçamentação no contexto do processo de planeamento, bem como a relação entre o planeamento de longo prazo e o processo orçamental.
1. Objetivos da contabilidade de gestão
2. Introdução aos conceitos e classificação de custos
3. Sistemas de custeio e efeitos nos resultados e inventários
4. Introdução à análise custos/volume/resultados
5. Imputação dos custos indiretos
6. Produção por ordens de encomenda e produção por processos
7. O orçamento anual e a gestão orçamental
1. Avaliação ao longo do semestre:
- Mini-teste (30%);
- Frequência (70%).
Requisitos:
- Assiduidade superior a 2/3 às aulas teóricas e práticas;
- Realização do mini-teste;
- Nota mínima na frequência de 7,5 valores, sendo que a média do mini-teste e da frequência, deve ser de pelo menos 10 valores.
2. Avaliação por exame:
A realização do exame (1ª época, 2ª época) com um peso de 100% na nota final (nota mínima: 10 valores).
Bhimani, A., Horngren, C.T., Datar, S.M. and Rajan, M. (2023) Management and Cost Accounting, 8th Edition, Pearson.
Drury, C. (2024) Management and Cost Accounting, 12th Edition, South-Western / Cengage Learning.
Atkinson, A.A., Kaplan, R.S., Matsumura, E.M. and Young, S.M. (2007) Management Accounting, Fifth Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education.
Young, S.M. (2004) Readings in Management Accounting, Fourth Edition, Upper Saddle River, NJ: Pearson Education.
Drury, C. (2009) Management Accounting for Business, 4th Edition,
Franco, V., Oliveira, A.V., Morais, A.I., Oliveira, B.J., Lourenço, I., Major, M.J., Jesus, M.A. e Serrasqueiro, R. (2009) Os Custos, os Resultados e a Informação para a Gestão, Lisboa: Livros Horizonte.
Escrita de Textos Técnicos e Científicos
OA1. Desenvolver competências de identificação e compreensão dos processos básicos de produção de conhecimento técnico e científico.
OA2. Conhecer, identificar e resumir, os procedimentos comuns subjacentes ao texto técnico e cientifico.
OA3. Identificar a estrutura da escrita de relatórios técnicos e textos científicos.
OA4. Saber utilizar Normas APA na escrita de textos técnicos e científicos (normas em dissertações e teses no Iscte).
Os objetivos de aprendizagem serão alcançados através de atividades práticas e reflexivas, apoiadas no método de ensino ativo e participativo que privilegia a aprendizagem experiencial. As aulas serão compostas por atividades, tais como:
• Discussões em grupo;
• Exposição e defesa oral;
• Análise de textos;
• Apresentações de projeto;
• Reflexão individual.
CP1: Introdução à investigação científica: conceitos e processos. Perguntas de Investigação. Processos: etapas (Identificação do problema; Revisão da literatura; Definição de objetivos e hipóteses; Seleção da metodologia; recolha e seleção de fontes; Análise de dados; Conclusões e recomendações).
CP2: Técnicas de resumo e análise de artigos científicos. Identificação de fontes relevantes, avaliação da literatura e síntese de informações. Ética, consentimento informado, confidencialidade e integridade na investigação. Métodos de recolha de dados.
CP3: Estrutura e organização de trabalhos de investigação: elementos pré-textuais (capa, folha de rosto, resumo, palavras-chave, índice), textuais (introdução, revisão da literatura, metodologia, resultados, discussão) e pós-textuais (conclusão, referências, apêndices, anexos). Elaboração de estrutura com base em temas fornecidos pelo docente.
CP4: Aplicação das Normas APA na escrita científica e relatórios académicos.
A avaliação da UC visa aferir a aquisição de competências dos/as estudantes em aspetos essenciais da escrita de textos, em contexto académico. A Avaliação ao Longo do Semestre contempla atividades que abrangem diferentes aspetos do processo da escrita técnica e científica, incluindo atividades de trabalho em grupo e individual:
Atividades em grupo (70%) [os estudantes são organizados em grupos de 4 elementos, constituídos de forma aleatória].
1- Discussões em grupo com estudos de caso (20%):
Descrição: cada grupo recebe um estudo de caso para analisar, devendo identificar o tipo de texto; o(s) problema(s) de investigação, as hipóteses, metodologias utilizadas e fontes de dados. Os resultados do trabalho realizado são apresentados em sala aos colegas(Tempo/grupo: apresentação- 3 min.; debate- 5 min.).
Avaliação (oral): baseada na participação ativa, na qualidade da análise e na clareza da apresentação.
2 - Exercícios de pesquisa e aplicação das normas APA (20%).
Descrição: Os estudantes realizam exercícios práticos de pesquisa em contexto (temático) de referências bibliográficas, de formatação das mesmas e citação segundo as Normas APA. Avaliação (trabalho escrito a submeter no moodle): Os exercícios serão corrigidos e avaliados com base na precisão e conformidade com as Normas APA.
3 - Simulações de Apresentações de Projetos (30%):
Descrição: os grupos elegem um tema e criam um projeto fictício seguindo a estrutura de um relatório técnico ou texto científico, fazendo uma apresentação do seu projeto em sala de aula (Tempo/grupo: apresentação 3 min.; debate: 5 min.). O trabalho é depois revisto seguindo os comentários.
Avaliação: (Componente oral e conteúdos em suporte escrito/digital a submeter no moodle): organização, conteúdo, uso correto da estrutura e procedimentos do trabalho académico, capacidade de resposta às perguntas colocadas por colegas e docente.
Atividades individuais (30%):
1 - Resumo de artigo científico (20%).
Descrição: Cada estudante deverá ler e resumir um artigo científico.
Avaliação: Os resumos realizados presencialmente em aula, serão avaliados na sua capacidade de identificação e síntese dos elementos essenciais do texto.
2 - Participação nas atividades ao longo do semestre (10%).
Descrição: esta componente visa aferir os contributos específicos de cada estudante nas atividades realizadas ao longo do semestre. Avaliação: Intervenções em sala de aula; pertinência dos contributos específicos do estudante nos debates; relação colaborativa com os colegas. Para fazer a avaliação ao longo do semestre, o estudante deve estar presente em 80% das aulas ter mais de 7 (sete) valores em cada uma das avaliações. Havendo dúvidas sobre a participação nas atividades realizadas, o docente pode solicitar uma discussão oral. Avaliação final: Teste escrito presencial (100%).
American Psychological Association (2020). Publication manual of the American Psychological Association, 7 edição APA.
Macagno, F. & Rapanta, C. (2021). Escrita académica: argumentação, lógica da escrita, ideias, estilo, artigos e papers. Pactor.
Ribeiro, A. & Rosa, A. (2024). Descobrindo o potencial do CHATGPT em sala de aula: guia para professores e alunos. Atlantic Books.
Cottrell, S. (2005). Critical thinking skills: developing effective analysis and argument. Palgrave McMillan.
Creswell, J. W., & Creswell, J. D. (2018). Research design: qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. SAGE Publications.
D'Alte, P., & D'Alte, L. (2023). Para uma avaliação do ChatGPT como ferramenta auxiliar de escrita de textos académicos. Revista Bibliomar, 22 (1), 122-138. DOI: 10.18764/2526-6160v22n1.2023.6.
Duarte, N. (2008). The art and science of creating great presentations. O'Reilly Media.Creswell, J. W., & Creswell, J. D. (2018). Research design: qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. SAGE Publications.
Hofmann, A. (2016). Scientific writing and communication: papers, proposals, and presentations. Oxford University Press.
Kuhn, Deanna (1991). The skills of argument. Cambridge University Press.
Marcos, I.(2016). Citar e referenciar: o uso ético da informação. http://hdl.handle.net/10400.2/3929
Martínez, J. (2016). Cómo buscar y usar información científica: Guía para estudiantes universitários. Santander. http://hdl.handle.net/10760/29934
OIT. (2021). Ajustar as competências e a aprendizagem ao longo da vida para o futuro do trabalho. OIT Genebra.
OIT. (2020). Guia sobre como e porquê recolher e utilizar dados sobre as relações laborais. OIT Genebra.
Rapanta, C., Garcia-Mila, M., & Gilabert, S. (2013). What is meant by argumentative competence? An integrative review of methods of analysis and assessment in education. Review of Educational Research, 83(4), 483-520.
Rodrigues, A. (2022). A Natureza da Atividade Comunicativa. LisbonPress.
Rodrigues, A. D. (2005). A Partitura invisível. Para uma abordagem interacional da linguagem. Colibri.
Swales, J. M., & Feak, C. B. (2012). Academic writing for graduate students: essential tasks and skills. University of Michigan Press.
Umberto, E. (2016). Como se faz uma Tese em Ciências Humanas. Editorial Presença.
Manuais: http://www.apastyle.org/ http://www.apastyle.org/learn/tutorials/index.aspx
Trabalho Académico com Inteligência Artificial
OA1 - Capacitar para a utilização ética e responsável de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) Generativa
OA2 - Adquirir competências de análise crítica sobre os resultados produzidos pelas ferramentas de IA Generativa
OA3 - Saber identificar e desenvolver soluções criativas na resolução de problemas ética e socialmente complexos com IA Generativa
OA4 - Saber aplicar ferramentas de IA Generativa na elaboração de trabalhos académicos, em particular na aplicação de escrita académica e na utilização de procedimentos normativos de citação e referenciação
CP1 - Introdução à IA e à IA Generativa:
* Exposição teórica sobre o contexto histórico, evolução e conceitos importantes sobre a Inteligência Artificial (IA) e a IA Generativa
CP2 - Prompt Engineering:
* Explicação das boas práticas para a interação com modelos de linguagem generativos
CP3 - Ferramentas de IA Generativa:
* Exploração de múltiplas ferramentas de IA Generativa, baseadas em texto, imagens e vídeos
CP4 - Formação de conteúdo argumentativo:
* Desenvolvimento de soluções criativas recorrendo a práticas de argumentação e ferramentas de IA Generativa
CP5 - Normas para escrita científica:
* Aplicação de normas de citação e referenciação (normas APA) na elaboração de escrita académica
A Avaliação ao Longo do Semestre contempla as seguintes atividades:
1. Atividades individuais (50%): incluirão elementos de avaliação relacionados com prompt engineering, o uso responsável da IA Generativa, e também a defesa oral na apresentação do grupo.
2. Atividades em grupo (50%) [os estudantes são organizados em grupos de/até 5 elementos, constituídos de forma aleatória]: incluirão elaboração, revisões, edições e validações de conteúdos produzidos por IA e a utilização adequada, estratégica e responsável das ferramentas e técnicas de IA Generativa, no decorrer da elaboração do trabalho de grupo durante as aulas, que culminará numa apresentação e sessão de avaliação por pares na última aula.
Considerações Gerais:
Atendendo à natureza teórico-prática e aplicada da UC, a avaliação realiza-se na modalidade de avaliação ao longo do semestre, não estando prevista avaliação por exame. A avaliação em 2.ª época e época especial terá uma modalidade de avaliação alternativa, pelo que quaisquer estudantes que pretendam realizar a avaliação nestas épocas deverão previamente entrar em contacto com o/a docente para ficarem a par do procedimento de avaliação.
Para efeitos de avaliação ao longo do semestre, é obrigatória a presença e participação em, pelo menos, 80% das aulas e ter mais de 7 valores em cada uma das avaliações. A aprovação exige uma classificação final mínima de 10 valores e o cumprimento do requisito de assiduidade e participação acima referido.
O grupo terá de garantir a existência de pelo menos um computador por cada grupo para permitir a realização das atividades em sala de aula.
O coordenador da unidade curricular pode determinar a realização de uma discussão oral complementar relativamente a qualquer elemento/instrumento de avaliação previsto na presente Ficha de Unidade Curricular, sempre que tal se revele necessário para confirmar a aquisição dos conhecimentos e competências avaliados, ou esclarecer discrepâncias entre diferentes elementos de avaliação.
A discussão oral complementar não constitui um instrumento autónomo de avaliação, não tem ponderação própria na classificação final da unidade curricular e destina-se exclusivamente à validação da classificação do respetivo elemento/instrumento de avaliação. A classificação anteriormente atribuída a esse elemento/instrumento tem natureza provisória até à realização da discussão oral complementar, podendo ser confirmada ou revista em função da validação realizada e dos critérios de avaliação aplicáveis.
Ribeiro, A. & Rosa, A. (2024). Descobrindo o potencial do CHATGPT em sala de aula: guia para professores e alunos. Atlantic Books.
Cotton, D. R., Cotton, P. A., & Shipway, J. R. (2024). Chatting and cheating: Ensuring academic integrity in the era of ChatGPT. Innovations in education and teaching international, 61(2), 228-239.
d’Alte, P., & d’Alte, L. (2023). Para uma avaliação do ChatGPT como ferramenta auxiliar de escrita de textos acadêmicos. Revista Bibliomar, São Luís, 22(1), 122-138. DOI: 10.18764/2526-6160v22n1.2023.6.
Kasneci, E., Seßler, K., Küchemann, S., Bannert, M., Dementieva, D., Fischer, F., ... & Kasneci, G. (2023). ChatGPT for good? On opportunities and challenges of large language models for education. Learning and individual differences, 103, 102274.
Cowen, T., & Tabarrok, A. T. (2023). How to learn and teach economics with large language models, including GPT. GMU Working Paper in Economics No. 23-18. DOI: 10.2139/ssrn.4391863
Lund, B. D., Wang, T., Mannuru, N. R., Nie, B., Shimray, S., & Wang, Z. (2023). ChatGPT and a new academic reality: Artificial Intelligence‐written research papers and the ethics of the large language models in scholarly publishing.
Técnicas de Comunicação
OA1. Adquirir conhecimentos e ferramentas para a observação, descrição e compreensão de situações e fenómenos que enquadram a atividade comunicativa.
OA2. Desenvolver competências para a comunicação em contextos multiculturais.
OA3. Aplicar as competências adquiridas em casos práticos, através de comunicação oral e escrita.
OA4. Utilizar as competências de forma proativa, tendo presente o papel desempenhado, a escolha de comportamentos e os recursos mobilizados na atividade comunicativa.
CP 1- Condições que desencadeiam e interferem na atividade comunicativa: modalidades, normas implícitas e explícitas e constrangimentos da atividade comunicativa em diferentes contextos;
CP 2- Etnometodologia da atividade comunicativa: interpretação de enunciados baseada em informações linguísticas, para-linguísticas, não linguísticas e contextuais.
CP 3- Observação da comunicação verbal e não-verbal: análise de gestos, postura, expressões faciais, contato visual (elementos da comunicação em interação, de reforço ou substituição da mensagem explicitada por palavras)
CP 4- Importância da escuta ativa na comunicação nos diferentes contextos culturais (interpretação e análise de fenómenos)
Avaliação ao longo do semestre:
Participação em aula: Avalia a presença, envolvimento e contributos individuais dos estudantes nas discussões e em atividades práticas (20%).
Trabalho em grupo: Os estudantes são organizados em grupos de até 4 elementos, constituídos de forma aleatória, com apoio do/a docente.
• Descrição: As atividades em grupo incidem na observação, interpretação e análise de fenómenos que contemplem as regras, normas e os constrangimentos da atividade comunicativa num estudo prático, utilizando os conteúdos aprendidos.
• Avaliação: Qualidade das produções escritas e da apresentação oral dos trabalhos desenvolvidos (escuta ativa), os quais devem necessariamente incorporar os comentários fornecidos pelos colegas de turma e pelo/a docente durante a realização das apresentações (40%).
Trabalho individual (com consulta, a realizar presencialmente, em sala, no calendário que for definido para as avaliações):
• Descrição: Segundo um guião definido pelo/a docente, os comentários feitos em sala de aula são aprofundados num relatório individual que tem por base substantiva duas apresentações feitas por outros colegas.
• Avaliação: De acordo com o guião; integração explícita de elementos previstos nos objetivos de aprendizagem (40%).
Para poder concluir a unidade curricular na modalidade de avaliação ao longo do semestre, o estudante não deve ter menos de 7 valores em nenhuma das componentes de avaliação, incluindo a presença obrigatória em 75% das aulas. A avaliação final pode implicar uma discussão oral.
Avaliação final:
Ainda que não seja recomendado, os estudantes podem optar pela avaliação final através de um trabalho escrito segundo um enunciado e formato que oportunamente serão fornecidos pelo/a docente (100%).
Almeida, M. L. & Wanderley, L.S.O (2020). Etnometodologia e seus bastidores nobons sons: desvendando percursos. REAd. Revista Eletrônica de Administração. http://dx.doi.org/10.1590/1413-2311.296.101860
Liddicoat, A.J. (2021). An introduction to conversation analysis. Bloomsbury.
Neves, J., Garrido, M. & Simões, E. (2006). Manual de competências pessoais, interpessoais e instrumentais: Teoria e prática. Lisboa: Edições Sílabo.
Rodrigues, A. D. (2021). A natureza da Atividade comunicativa. Atlântico Books.
Apresentações em Público com Técnicas Teatrais
OA1. Desenvolver competências técnicas específicas da comunicação oral para apresentações em público.
OA2. Conhecer e identificar estratégias para a utilização eficaz do aparelho vocal.
OA3. Identificar e melhorar a expressão corporal. OA4. Aprender técnicas de performance.
Os objetivos de aprendizagem serão alcançados através de atividades práticas e reflexivas, apoiadas no método de ensino ativo e participativo que privilegia a aprendizagem experiencial. Os conhecimentos adquiridos envolvem quer a teoria teatral, quer as técnicas específicas de comunicação oral. Os estudantes aprenderão sobre os fundamentos da expressão vocal, interpretação de personagens e improvisação, adaptando esses conhecimentos ao contexto das apresentações em público.
CP1: Preparação para a apresentação.
CP2: Técnicas da Comunicação não verbal.
CP3: Comunicação voz e corpo, o envolvimento da audiência. CP4: Prática de apresentação e feedback. Os objetivos de aprendizagem serão alcançados através de atividades práticas e reflexivas, apoiadas no método de ensino ativo e participativo que privilegia a aprendizagem experiencial. As aulas serão compostas por atividades, tais como: Vivências teatrais e discussões em grupo; Atidades práticas; Apresentações e exposição de trabalhos autónomos; Reflexão individual.
A avaliação da UC de Apresentações em Público com Técnicas Teatrais (APTT) visa aferir o desenvolvimento das competências dos estudantes em aspetos essenciais para apresentações em público. A estrutura da avaliação contempla atividades, abrangendo diferentes aspetos do processo de aprendizagem experiencial que envolvem quer as técnicas teatrais, quer as técnicas específicas da comunicação.
A Avaliação ao Longo do Semestre contempla atividades que abrangem diferentes aspetos do processo da elaboração de uma apresentação em público, incluindo atividades de trabalho em grupo e individual:
Atividades em grupo (50%) [os estudantes são desafiados a atuarem em grupos de/até 5 elementos, constituídos de forma aleatória e de acordo com cada proposta de atividade].
1-Apresentações Práticas: os estudantes serão avaliados com base nas suas apresentações em público:
Descrição: cada grupo recebe uma proposta de apresentação devendo identificar os elementos da atividade e atuar em conformidade com o objetivo.
Os resultados do trabalho realizado são apresentados em sala aos colegas (Tempo/grupo: AP – 5 a 10 min. reflexão - 5 min.).
Avaliação (oral): baseada na participação ativa, organização das ideias e a objetividade na comunicação, expressão vocal e corporal, o uso de técnicas teatrais e a performance. As apresentações poderão ser individuais ou em grupo, dependendo das atividades propostas.
Atividades individuais (50%)
1-Exercícios e Tarefas Escritas (Trabalhos Autónomos):
Descrição: além das apresentações práticas, os estudantes serão solicitados a realizar exercícios e tarefas escritas relacionadas com os conteúdos abordados em cada aula. Estas atividades incluem reflexões sobre técnicas aprendidas, criação de um vision board, análise de objetivos académicos, autoavaliação do estudante ao longo do semestre, respostas a perguntas teóricas e elaboração de guiões de apresentação. Avaliação: (Componente oral e conteúdos em suporte escrito), organização, conteúdo, uso correto da estrutura e dos procedimentos dos trabalhos autónomos propostos em cada aula, capacidade de resposta às perguntas colocadas por colegas e docente. As competências de comunicação e a qualidade do trabalho escrito serão avaliadas, com foco na clareza da apresentação. Essas atividades ajudarão a aferir a compreensão conceitual dos conteúdos lecionados.
Não haverá avaliação por exame final, sendo a aprovação determinada pela média ponderada das avaliações ao longo do semestre.
Considerações Gerais: na avaliação será dado o feedback aos estudantes sobre o desempenho em cada atividade.
Para concluir a UC nesta modalidade o estudante tem de estar presente em 80% das aulas e ter mais de 7 valores em cada uma das avaliações.
Prieto, G. (2014). Falar em Público - Arte e Técnica da Oratória. Escolar Editora.
Anderson, C. (2016). TED Talks: o guia oficial do TED para falar em público. Editora Intrinseca.
Luiz, P. (2019). Manual de Exercícios Criativos e Teatrais. Showtime. Rodrigues, A. (2022). A Natureza da Atividade Comunicativa. LisbonPress.
Excel Avançado
No final da unidade curricular, os estudantes deverão ser capazes de:
OA1: Importar e validar dados eficazmente;
OA2: Utilizar funções estatísticas e lógicas para análises complexas de dados;
OA3: Identificar e corrigir mensagens de erro usando funções de informação;
OA4: Manipular datas e texto para resolver problemas específicos;
OA5: Aplicar formatação personalizada e filtros avançados para organizar dados;
OA6: Utilizar funções de consulta e referência para consolidar dados de diferentes fontes;
OA7: Criar e interpretar tabelas e gráficos dinâmicos para apresentar dados;
OA8: Desenvolver e utilizar macros de comandos para automação de tarefas.
Esses objetivos garantem que os estudantes adquirem conhecimentos avançados, aptidões práticas e competências técnicas para utilizar o Excel de forma eficaz em contextos profissionais exigentes.
CP1. Importação e validação de dados
CP2. Funções estatísticas
CP3. Funções lógicas
CP4. Mensagens de erro e funções de informação
CP5. Funções e aritmética de datas
CP6. Funções de manipulação de texto
CP7. Formatação personalizada e filtros avançados
CP8. Funções de consulta e referência
CP9. Consolidação, tabelas e gráficos dinâmicos
CP10. Introdução às macros
O processo de avaliação na unidade curricular de Excel Avançado segue as orientações do Regulamento Geral de Avaliação de Conhecimentos e Competências (RGACC). As modalidades de avaliação previstas no RGACC são a avaliação ao longo do semestre e a avaliação por exame:
1. Avaliação ao Longo do Semestre: Esta modalidade é regular durante o período curricular, necessita de assiduidade mínima de 75% (*) e utiliza diferentes instrumentos:
- Assiduidade [10%]
- Progresso e conclusão do Curso online [20%]
- Minitestes (*) [35%]
- Teste (*) [35%]
2. Avaliação por Exame: A avaliação por exame ocorre durante o período de avaliações, incidindo sobre toda a matéria lecionada na UC. O aluno pode optar pela 1ª ou 2ª época de exames, ou a época de exame especial para alunos elegíveis. Esta modalidade pressupõe os seguintes elementos de avaliação:
- Conclusão com sucesso do curso online (obrigatório) [15%]
- Exame Final (*) [85%]
(*) Presencial ou online, conforme regime de avaliação em vigor
Observações Gerais:
- Na modalidade de avaliação ao longo do semestre, o aluno não pode ter uma classificação inferior a 7,0 valores em qualquer um dos elementos de avaliação ou terá de passar para a modalidade de avaliação por exame;
- O docente reserva-se no direito de requerer a realização de uma prova oral a qualquer aluno, independentemente da modalidade de avaliação, sempre que se considere necessário adicionar como complemento dos restantes elementos de avaliação.
Alexander, A., and Kusleika, R. (2022). Excel 365 Bible - The Comprehensive Tutorial Resource. Indiana: John Wiley & Sons, Inc.
Curto, J., and Gameiro, F. (2023). Excel para Economia e Gestão, 5ª Edição. Lisboa: Edições Sílabo
Martins, A., e Alturas, B. (2022). Aprenda Excel com Casos Práticos, 2ª Edição. Lisboa: Edições Sílabo
Martins, A. (2020). Excel Aplicado à Gestão, 5ª Edição. Lisboa: Edições Sílabo
McFedries, P., and Harvey, G. (2022). Excel All-in-One For Dummies. New Jersey: John Wiley & Sons, Inc.
Pensamento Crítico
No final da UC, o/a estudante deverá ser capaz de:
OA1. Explicar a importância do pensamento crítico na compreensão da realidade.
OA2. Identificar pressupostos, estereótipos, simplificações e enviesamentos.
OA3. Analisar criticamente diferentes tipos de informações, dados e evidências provenientes de fontes diversas.
OA4. Considerar diferentes perspetivas na análise de problemas
OA5. Construir e avaliar argumentos simples utilizando razões e evidências adequadas.
OA6. Aplicar ferramentas de pensamento crítico na desconstrução de problemas, mitos, crenças e narrativas atuais.
CP1. Pensamento crítico e leitura crítica da realidade
O que é pensar criticamente.
A importância transversal do pensamento crítico.
Consciência crítica e problematização da realidade.
CP2. Perceções, julgamentos e enviesamentos
Intuição e tomada de decisão.
Heurísticas e enviesamentos cognitivos.
Factfulness e perceções sobre o mundo.
CP3. Informação, dados e evidências
Informação, opinião e conhecimento.
Interpretação crítica de dados.
Fontes de informação e qualidade da evidência.
CP4. Múltiplas perspetivas na análise de problemas
Pensamento paralelo.
Os Seis Chapéus do Pensamento.
Aplicação à análise de situações e decisões.
CP5. Argumentação, fundamentação e falácias
Posições, razões e evidências.
Estrutura elementar dos argumentos.
Falácias frequentes.
CP6. Aplicação do pensamento crítico a problemas contemporâneos
Desconstrução de problemas e narrativas atuais.
Análise de dilemas contemporâneos.
Aplicação do processo informado de tomada de decisão
Atendendo à natureza prática e experiencial da UC, a avaliação realiza-se exclusivamente na modalidade de avaliação ao longo do semestre, não estando prevista avaliação por exame. As competências desenvolvidas pressupõem a participação ativa dos estudantes em atividades de problematização da realidade, análise crítica de informação, consideração de diferentes perspetivas e construção de posições fundamentadas, cuja demonstração exige acompanhamento contínuo ao longo do processo de aprendizagem.
Para efeitos de avaliação ao longo do semestre, é obrigatória a presença e participação em, pelo menos, 80% das aulas. A aprovação exige uma classificação final mínima de 10 valores e uma classificação mínima de 7 valores em cada componente de avaliação.
A avaliação distribui-se da seguinte forma:
1. Atividades práticas realizadas em aula (40%)
Atividades individuais e colaborativas desenvolvidas ao longo das sessões letivas, incidindo na análise crítica de informação e evidências, identificação de pressupostos e enviesamentos, discussão orientada, reflexão individual e aplicação das ferramentas de pensamento exploradas na UC.
2. Projeto Colaborativo de Análise Crítica e Oficina Temática (40%)
Desenvolvido progressivamente ao longo do semestre, incidindo sobre uma questão, narrativa, mito, dilema ou problema contemporâneo. Inclui uma síntese escrita breve, a dinamização de uma atividade ou oficina temática orientada para a reflexão crítica e uma apresentação/discussão oral obrigatória.
3. Reflexão Crítica Individual Final (20%)
Produção individual realizada em contexto de aula, centrada nas aprendizagens desenvolvidas e na aplicação das ferramentas de pensamento crítico à compreensão da realidade.
Ao longo do semestre será fornecido feedback formativo sobre o desempenho dos estudantes. Sempre que existam dúvidas relativamente à participação, autoria ou apropriação das aprendizagens evidenciadas, o/a docente poderá solicitar uma discussão oral individual ou em grupo para efeitos de validação da classificação atribuída.
A utilização de ferramentas de inteligência artificial é permitida enquanto instrumento de apoio à aprendizagem, devendo ser explicitamente declarada pelos estudantes. A autoria intelectual, a análise crítica da informação e a fundamentação das posições apresentadas permanecem da responsabilidade dos estudantes.
A avaliação em 2.ª época e época especial realiza-se através de uma modalidade alternativa. Os estudantes que pretendam realizar avaliação nestas épocas deverão contactar previamente o/a docente para conhecimento dos respetivos procedimentos.
De Bono, E. (2016). Os Seis Chapéus do Pensamento. Lua de Papel.
Facione, P. A. (2011). Critical Thinking: What It Is and Why It Counts. Insight Assessment.
Fisher, A. (2011). Critical Thinking: An Introduction. Cambridge University Press.
Haber, J., (2020). Critical Thinking, MIT Press
Kahneman, D., & Tversky, A. (1982). The simulation heuristic. In D. Kahneman, P. Slovic, & A. Tversky (Eds.), Judgment under uncertainty: Heuristics and biases (pp. 201-208). Cambridge University Press.
Paul, R., & Elder, L. (2014). The Miniature Guide to Critical Thinking: Concepts and Tools. Foundation for Critical Thinking.
Rosling, H. (2021). Factfulness. Dez razões pelas quais estamos errados acerca do mundo - e porque as coisas estão melhor do que pensamos.
Toulmin, S. (2003). The Uses of Argument. Cambridge University Press
Brookfield, S. (1987). Developing critical thinkers: challenging adults to explore alternative ways of thinking and acting. San Francisco: Jossey-Bass.
Bowell, T., & Kemp, G. (2002). Critical thinking: a concise guide. London: Routledge.
Cottrell, S. (2005). Critical Thinking Skills: Developing effective analysis and argument. New York: Palgrave McMillan.
Kahneman, D., & Tversky, A. (1979). Intuitive prediction: Biases and corrective procedures. TIMS Studies in Management Science, 12,313-327.
Morgado, P. (2003). Cem argumentos: A lógica, a retórica e o direito ao serviço da argumentação. Porto: Vida Económica.
Thayer-Bacon, B.J. (2000). Transforming critical thinking: thinking constructively. New York: Teachers College Press.
Weston, A. (2005). A arte de argumentar. Lisboa: Gradiva
Introdução ao Design Thinking
OA1. Adquirir conhecimentos sobre os fundamentos e etapas do processo de Design Thinking
OA2. Desenvolver competências como escuta ativa, pensamento crítico, colaboração, empatia e criatividade.
OA3. Aplicar o Design Thinking na resolução de problemas em diversas áreas, promovendo a inovação e a melhoria contínua.
CP1. Introdução ao Design Thinking
CP2. Etapa 1: Empatia
CP3. Etapas 2: Definição do problema
CP4. Etapa 3 e 4: Ideação Prototipagem
CP5. Etapa 5: Teste e Feedback
CP6: Reflexão crítica
A unidade curricular adota uma metodologia ativa, baseada na aprendizagem por projeto, sendo a avaliação realizada na modalidade de avaliação ao longo do semestre, através dos seguintes instrumentos:
• Participação em aula (20%): avalia a assiduidade, o envolvimento e a contribuição dos/as estudantes nas discussões e atividades desenvolvidas em sala de aula.
• Trabalho individual (40%): os/as estudantes desenvolvem um projeto individual aplicando o processo de Design Thinking à resolução de um problema específico. A avaliação incide sobre a aplicação das diferentes etapas do Design Thinking, a qualidade das soluções propostas e a criatividade demonstrada.
• Trabalho de grupo (40%): os/as estudantes desenvolvem, em equipa, um projeto de aplicação do Design Thinking à resolução de um desafio real. A avaliação incide sobre a aplicação das etapas do processo, a qualidade das soluções desenvolvidas e a colaboração entre os membros do grupo.
Em todos os trabalhos submetidos, a utilização de ferramentas de inteligência artificial deve ser transparente, devidamente declarada e compatível com as normas de integridade académica do Iscte, mediante declaração própria anexada ao trabalho. A ausência desta declaração ou a omissão da utilização de tecnologias de IA constitui infração académica, nos termos do Regulamento Disciplinar de Discentes do Iscte.
Atendendo à natureza teórico-prática e aplicada da unidade curricular, a avaliação realiza-se exclusivamente na modalidade de avaliação ao longo do semestre, não estando prevista avaliação por exame. A avaliação final dos trabalhos escritos pode incluir uma prova oral individual, sempre que seja necessário esclarecer ou validar os resultados apresentados.
A avaliação na 2.ª época e na época especial reveste a forma de uma modalidade de avaliação alternativa. Os/As estudantes que pretendam realizar a avaliação nestas épocas devem contactar previamente o/a docente responsável pela unidade curricular, a fim de obter informação sobre o respetivo procedimento de avaliação.
Para efeitos de avaliação ao longo do semestre, é obrigatória a presença e participação em, pelo menos, 80% das aulas.
Brown, T. (2008). Design Thinking. Harvard Business Review, 86(6), 84–92.
Lewrick, M., Link, P., & Leifer, L. (2018). The design thinking playbook: Mindful digital transformation of teams, products, services, businesses and ecosystems. John Wiley & Sons.
Lockwood, T. (2010). Design Thinking: Integrating Innovation, Customer Experience and Brand Value. Allworth Press.
Stewart S.C (2011) “Interpreting Design Thinking”. In: https://www.sciencedirect.com/journal/design-studies/vol/32/issue/6
Brown, T., & Katz, B. (2011). Change by design. Journal of product innovation management, 28(3), 381-383.
Brown, T., Katz, B. M. Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation. HarperBusiness, 2009.
Liedtka, J. (2018). Why Design Thinking Works. Harvard Business Review, 96(5), 72–79.
Gharajedaghi, J. (2011). Systems thinking: Managing chaos and complexity. A platform for designing business architecture. Google Book in: https://books.google.com/books?hl=en&lr=&id=b0g9AUVo2uUC&oi=fnd&pg=PP1&dq=design+thinking&ots=CEZe0uczco&sig=RrEdhJZuk3Tw8nyULGdi3I4MHlQ
Competências para o Mercado de Trabalho
No final da unidade curricular, os estudantes deverão ser capazes de:
OA1. Desenvolver competências de identificação e valorização dos recursos pessoais de conhecimentos técnicos e relacionais.
OA2. Conhecer os processos e contextos de procura de emprego e saber identificar, selecionar e analisar oportunidades profissionais adequadas ao seu perfil e aos seus objetivos.
OA3. Saber preparar um processo formal de candidatura a uma posição profissional.
Os objetivos de aprendizagem serão alcançados através de atividades práticas e reflexivas, integradas numa metodologia de ensino ativa e participativa. As aulas incluirão diversas atividades, tais como:
• Discussões em grupo;
• Simulações;
• Análise de vídeos e textos;
• Resolução de casos práticos;
• Reflexão individual.
CP1: Autoconhecimento e participação no Mercado:
- Auto-avaliar competências e interesses: identificar pontos fortes, áreas a melhorar e competências transferíveis.
- Desenvolver um plano de carreira personalizado: alinhado com objetivos, interesses e oportunidades.
CP2: O Mercado de Trabalho:
- Compreensão das dinâmicas, tendências e setores do mercado de trabalho para tomar decisões profissionais informadas.
- Identificar e valorizar os princípios de trabalho digno.
- Identificar e explorar plataformas de procura de trabalho para pesquisar oportunidades relevantes.
CP3: Construir um Perfil Profissional:
- Criar um perfil público: construir CV e carta de motivação/apresentação adequados às vagas; construir uma rede de contactos.
- Planear o processo de candidatura a um trabalho: da identificação de oportunidades à preparação para entrevistas.
- Atualizar regularmente o perfil profissional online para refletir o desenvolvimento e as realizações em curso.
A avaliação da UC visa aferir o desenvolvimento das competências dos estudantes em áreas essenciais para uma transição bem-sucedida para o mercado de trabalho.
A estrutura da avaliação ao longo do semestre contempla dois eixos de atividades, abrangendo diferentes aspetos do processo de procura de trabalho e desenvolvimento profissional.
Eixos de atividades:
Bloco 1 – Autoconhecimento e preparação do perfil profissional
• Identificar competências, interesses e valores profissionais;
• Ferramentas de autoavaliação e balanço de competências;
• Elaborar Curriculum Vitae e carta de motivação/apresentação.
Bloco 2 – Navegar o mercado de trabalho
• Tendências e dinâmicas atuais do mercado de trabalho;
• Plataformas digitais e redes de contacto profissional;
• Simulação de entrevista de seleção e dinâmicas de grupo.
Ponderação:
A avaliação ao longo do semestre contempla três componentes principais, privilegiando o desenvolvimento de competências aplicadas:
1. Portefólio individual:
Inclui: a) Construção de plano de carreira; b) Elaborar Curriculum Vitae e carta de motivação/apresentação; c) Criar Perfil Profissional; d) Reflexão final (60%).
Objetivos: Identificar pontos fortes, áreas de desenvolvimento, competências técnicas e relacionais; elaborar CV e CM/A adequados às vagas de interesse, com clareza, objetividade, concisão e destaque das qualificações; criar um perfil completo com informações relevantes, clareza, profissionalismo e atratividade; e desenvolver estratégias para construir, ampliar e diversificar a rede de contactos, com relevância para os objetivos profissionais.
2. Simulação em grupo
Participar numa simulação simples de entrevista e dinâmicas de grupo (30%).
Objetivo: Desenvolver competências de comunicação, trabalho em equipa, resolução de problemas e adaptabilidade, com foco na colaboração, comunicação clara e solução criativa de problemas; praticar entrevista de seleção, com foco na comunicação verbal e não verbal, postura, capacidade de responder a perguntas, destacar pontos fortes e demonstrar interesse na vaga.
3. Participação ativa
Presença, envolvimento nas atividades, cumprimento das tarefas e regras (10%).
Para efeitos de avaliação ao longo do semestre, é obrigatória a presença e participação em, pelo menos, 75% das aulas; e deve obter, pelo menos, 7 valores em qualquer uma das componentes de avaliação. A aprovação exige uma classificação final mínima de 10 valores e o cumprimento do requisito de assiduidade referido. O uso de ferramentas de inteligência artificial deve ser transparente, declarado e compatível com as regras de integridade académica.
Avaliação final (100%) Embora não recomendado, é possível optar pela avaliação final, através de uma prova escrita presencial. Caso a nota obtida seja acima de 8 valores, a avaliação final pode ainda implicar, por decisão do/a docente, uma discussão oral (a realizar-se, esta componente oral tem um peso na avaliação final de 40%).
• Neves, J., Garrido, M., Simões, E. (2015). Manual de Competências Pessoais, Interpessoais e Instrumentais: Teoria e Prática. Edições Sílabo.
• Corbanese, V., Rosas, G. (2014). Pesquisar o mercado de trabalho: Técnicas de procura de emprego para os jovens. OIT, Gabinete de Estratégia e Planeamento.
• Moreira, T. C. & Dray, G. (Orgs.) (2022). Livro Verde sobre o Futuro do Trabalho 2021. Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, 198 p.
https://www.gep.mtsss.gov.pt/documents/10182/79392/livro_verde_do_trabalho_2021.pdf/8d6968cb-fee5-4f8f-b7de-1612d269fc9b
• Carvalho, C., Sandri, I., Machado, T., Miscovicz, L., & Amorim, J. (2024). Guia prático para jovens à procura de emprego. Projeto “Future of Career through the Eyes of Youth” (Erasmus+ KA1). My Future; MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação. https://myfuture.org.pl/
• Gmyrek, P., Berg, J., Bescond, D. (2023). Generative AI and jobs: A global analysis of potential effects on job quantity and quality, ILO Working Paper 96 (Geneva, ILO). https://doi.org/10.54394/
• OIT. (2021). Ajustar as competências e a aprendizagem ao longo da vida para o futuro do trabalho.
• OIT. (2020). Guia sobre como e porquê recolher e utilizar dados sobre as relações laborais. OIT. Genebra.
Microeconomia II
No final do semestre o aluno deve ter desenvolvido e ser capaz de aplicar as seguintes competências:
A. Conhecimento e compreensão
- Descrever e compreender os principais conceitos e ideias da teoria microeconómica;
- Compreender as técnicas de modelização relevantes;
B. Aplicação de conhecimentos
- Mobilizar os conhecimentos teóricos na análise dos fenómenos observados em mercados reais;
- Escolher as abordagens conceptuais, matemáticas e gráficas apropriadas na resolução de problemas concretos;
C. Competências de aprendizagem
- Capacidade de estudo com autonomia, nomeadamente na resolução de exercícios e compreensão de modelos e técnicas de modelização.
1. Teoria do consumidor
1.1. Axiomas de preferências reveladas
1.2. Equação de Slutsky
1.3. Excedente do consumidor, variação compensatória e variação equivalente
1.4. Escolha do consumidor com dotação inicial
2. Escolha intertemporal
2.1. Decisão intertemporal do consumidor
2.2. Mercados de ativos
3. Decisão em contexto de incerteza
4. Teoria do equilíbrio geral
4.1. Equilíbrio geral numa economia de troca pura
4.2. Equilíbrio geral com produção
4.3. Teoria do bem-estar
5. Falhas de mercado
5.1. Externalidades
5.2. Bens Públicos
5.3. Informação Assimétrica
A avaliação ao longo do semestre consiste em:
- um teste intermédio, com um peso total de (40%)
- uma prova escrita no final do semestre (60%)
Para obter aprovação na disciplina através da avaliação ao longo do semestre, a nota de cada uma das provas escritas não pode ser inferior a 7,5 v.
A avaliação ao longo do semestre exige uma assiduidade mínima de 2/3 das aulas.
No regime de avaliação final, a avaliação é composta apenas por um exame individual (100%).
Varian, Hal R.; Melitz, Mark J. (2024), Intermediate Microeconomics: A Modern Approach, 10th edition, New York: W.W. Norton & Company.
Edição alternativa em Português: Varian, Hal R. (2010), Microeconomia intermédia, 8a edição, Verlag Dashöfer.
Poderá haver leituras adicionais recomendadas para partes específicas da matéria
Economia Monetária
Esta disciplina visa o desenvolvimento dos seguintes tipos de competências:
OA1. Conhecimento e compreensão do processo de criação de moeda e das fontes de financiamento disponíveis na economia;
OA2. Conhecimento e compreensão da forma como são determinadas as taxas de juro de curto prazo e das teorias explicativas da formação das taxas de juro de médio-longo prazo;
OA3. Conhecimento e compreensão da forma como são determinadas as taxas de câmbio;
OA4. Conhecimento e compreensão dos principais instrumentos e objectivos da política monetária;
OA5. Capacidade de estimar o impacto de nova informação económica sobre a evolução das taxas de juro de curto prazo e de médio-longo prazo, assim como sobre a taxa de câmbio;
P1. O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE MOEDA
P2. O FINANCIAMENTO DA ECONOMIA
P3. OS INSTRUMENTOS DE POLÍTICA MONETÁRIA E A DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE JURO DE CURTO PRAZO
P4. A DETERMINAÇÃO DAS TAXAS DE JURO DE MÉDIO E LONGO PRAZO
P5. A LIQUIDEZ EXTERNA DA ECONOMIA
P6. OS MERCADOS CAMBIAIS E A DETERMINAÇÃO DA TAXA DE CÂMBIO
P7. O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA ZONA EURO
P8. A POLÍTICA MONETÁRIA DO BANCO CENTRAL EUROPEU
O aluno pode optar por uma das seguintes formas de avaliação:
Forma A:
Nota Final = [Teste Intermédio]*50% +[Segundo Teste]*50%
Não é exigida nota mínima em cada um dos testes.
Forma B:
Nota Final = [Exame Final]*100%
NOTAS: O Teste Intermédio tem quatro questões. O Exame Final tem oito questões. O Segundo Teste corresponde às últimas quatro questões do Exame Final.
Assiduidade mínima exigida para obter aprovação na disciplina: 80% das aulas.
Leão, E., Leão, P. e Lagoa, S., Política Monetária e Mercados Financeiros, 2023, 4ª Edição, Edições Sílabo,
Mishkin, F. (2018). The Economics of Money, Banking and Financial Markets, Global Edition. 12th ed., Pearson.
European Central Bank. (2011). The Monetary Policy of the ECB. 3rd Edition, ECB.
Adrian, T. and Shin, H. (2009). "Money, Liquidity and Monetary Policy", American Economic Review: Papers & Proceedings, 99:2, pg. 600-605
Bofinger, P. (2001). Monetary Policy: Goals, Institutions, Strategies and Instruments. Oxford University Press.
Hubbard, R. and O'Brien, A. (2017). Money, Banking and the Financial System. 3rd ed. Pearson.
Miller, R. and Vanhoose, D. (2006). Money, Banking and Financial Markets. 3rd edition, South Western.
Leão, E. e Barradas, R. Mercados Financeiros - Razão e Emoção, 2023, 1ª Edição, Edições Sílabo.
Relatórios do Banco de Portugal.
Relatórios do Banco Central Europeu.
Macroeconomia I
Os alunos deverão ser capazes de identificar as principais variáveis macroeconómicas e os instrumentos de política económica.
Os aunos deverão compreender os mecanismos de política económica e avaliar as consequências das medidas de política económica para os agentes económicos.
Os alunos deverão ser capazes de analisar e avaliar as consequências para a atividade económica de choques externos.
1. Introdução à Macroeconomia
2. Medição dos dados macroeconómicos
3. A curva IS e Procura Agregada
4. Política Monetária e Procura Agregada
5. O Balanço do Banco Central e Instrumentos de Política Monetária
6. Moeda, Inflação e Criptomoedas
7. A Curva de Phillips e a Oferta Agregada
8. O Equilíbrio Macroeconómico: Procura e Oferta Agregadas
9. Política Macroeconómica: Choques e o Equilíbrio Macroeconómico
10. Política Macroeconómica e Choques Extremos
11. Política Orçamental e Orçamento do Estado
12. Taxas de Câmbio e Política Económica Internacional
I - Regimes de avaliação:
Opção A:
1. Teste intercalar (abrangendo os tópicos até à semana 6): 50% da nota final
2. Teste final (cobrindo todos os tópicos, mas com mais ênfase nos materiais das semanas 6 a 12): 50% da nota final
3. A nota em qualquer um destes testes não pode ser inferior a 8 em 20 pontos
4. Participação nas aulas práticas (resolução de exercícios e respostas a perguntas teóricas): bónus até 2 pontos no máximo.
5. Os estudantes serão aprovados neste regime se obtiverem uma nota superior ou igual a 10 pontos (escala de 0 a 20 pontos).
Opção B:
1. Exame final: peso de 100% na nota final.
2. Cobre todos os materiais lecionados ao longo de todo o semestre.
3. Os estudantes serão aprovados neste regime se obtiverem uma nota superior ou igual a 10 pontos (escala de 0 a 20 pontos).
II - Informação complementar sobre os processos de avaliação:
1. Com o objetivo de assegurar a integridade, o rigor e a fiabilidade dos processos de avaliação desta unidade curricular, os estudantes poderão ser convocados para uma avaliação complementar, sob a forma de prova escrita ou oral, sempre que tal se revele necessário para confirmar a autoria das provas apresentadas, aferir a aquisição dos conhecimentos e competências avaliados, ou esclarecer elementos relevantes para a correta atribuição da classificação obtida.
2. Alunos com notas muito elevadas (16 ou mais pontos) poderão ser submetidos a uma prova oral, na qual a nota final poderá ser mantida ou alterada conforme a prestação dos estudantes.
3. Os momentos de avaliação são estritamente individuais e serão realizados sem consulta de documentos em papel, eletrónicos ou outros meios.
4. Os momentos de avaliação poderão ser realizados em papel ou em computador, cabendo à equipa docente decidir sobre qual destes instrumentos será utilizado. Uma vez anunciado o instrumento a ser utilizado, todos os estudantes estarão sujeitos à avaliação por meio deste instrumento.
5. Caso os momentos de avaliação sejam realizados em computador, os alunos terão de instalar o software necessário nos seus computadores pessoais para tal efeito. Caso não o pretendam fazer, poderão realizar as provas nos computadores instalados nos laboratórios de informática do ISCTE-IUL.
Frederic Mishkin, Macroeconomics: Policy and Practice, 2nd Edition, 2014, Pearson, Addison-Wesley.
Jane E. Ihrig and Scott A. Wolla, “The Fed’s New Monetary Policy Tools,” Federal Reserve Bank of St. Louis, Page One Economics, Aug. 3, 2020.
Stephen G. Cecchetti and Kermit L. Schoenholtz, Money, Banking, and Financial Markets, Fifth Edition, 2017, McGraw-Hill.
Econometria I
No final da unidade curricular, o aluno deverá ter atingido os seguintes objectivos de aprendizagem (OA):
OA1. Saber como especificar, estimar, testar e interpretar modelos de regressão linear baseados em dados seccionais;
OA2. Saber como avaliar e seleccionar modelos de regressão linear baseados em dados seccionais;
OA3. Ter capacidade para escolher e utilizar os modelos, métodos e testes econométricos mais adequados para a análise do impacto de medidas de política económica e de choques exógenos.
OA4. Ter capacidade para trabalhar com packages econométricos.
OA5. Ter capacidade para trabalhar em grupo e elaborar argumentos fundamentados teórica, lógica e factualmente e de os comunicar a outrem.
P1. Introdução;
P2. O Modelo de Regressão Linear Simples;
P3. O Modelo de Regressão Linear Múltipla;
P4. Inferência e Previsão;
P5. Notas sobre Teoria Assimptótica;
P6. Análise da Especificação do Modelo;
P7. Modelo de Regressão Linear com Variáveis Explicativas Qualitativas;
P8. Heteroscedasticidade;
P9. Problemas com os Dados.
A modalidade de avaliação preferencial será a 'Avaliação ao longo do semestre'. Este regime de avaliação é composto por: i) dois trabalhos práticos realizados por grupos de dois estudantes; ii) duas provas escritas individuais. Cada um dos trabalhos tem um peso de 15% na nota final, enquanto o peso de cada prova é de 35%. Para ser aprovado, o aluno tem de cumprir os seguintes critérios: i) média ponderada igual ou superior a 9,5/20; ii) nota em todos os elementos de avaliação igual ou superior a 7,5/20.
Alternativamente, o aluno pode optar pela modalidade de 'Avaliação por exame', a qual consiste na realização de uma prova escrita individual.
Poderá ser realizada uma avaliação oral complementar após qualquer momento de avaliação para validação da nota final.
Wooldridge, J.M. (2019), "Introductory Econometrics: A Modern Approach", 7th Ed., Cengage Learning.
Baltagi, B.H. (2021), Econometrics, 6th Ed., Springer.
Gujarati, D.N., D.C. Porter, S. Gunasekar (2017), "Basic Econometrics", 5th Ed., McGraw-Hill.
Hill, R.C., W.E. Griffiths, G.C. Lim (2018), "Principles of Econometrics", 5th Ed., John Wiley & Sons.
Stock, J.H., M.W. Watson (2020), "Introduction to Econometrics", 4ª Ed., Pearson.
Estatística
OA1: Proceder à análise inicial de dados amostrais utilizando as técnicas básicas de Estatística Descritiva.
OA2: Definir os principais conceitos de teoria de probabilidades, variáveis aleatórias e distribuições estatísticas.
OA3: Utilizar as distribuições teóricas mais importantes no cálculo de probabilidades em problemas nas áreas da Economia e Gestão.
OA4: Compreender as distribuições amostrais teóricas mais importantes na realização de inferência estatística em problemas nas áreas da Economia e Gestão.
OA5: Identificar e aplicar métodos de estimação no âmbito de problemas aplicados à Economia e Gestão.
CP1: Noções de Estatística Descritiva (univariada e bivariada).
CP2: Revisões da Teoria das Probabilidades.
CP3: Variáveis aleatórias (funções de variáveis aleatórias e seus parâmetros).
CP4: Principais distribuições teóricas de variáveis aleatórias discretas e contínuas.
CP5: Distribuições amostrais teóricas. Distribuições das estatísticas mais importantes.
CP6: Estimação de parâmetros: pontual e por intervalos para a média, a proporção, a variância e a diferença de médias.
CP7: Breve introdução aos testes de hipóteses: Dualidade entre intervalos de confiança e testes paramétricos para a média e para a comparação de médias e variâncias.
A aprovação na disciplina realiza-se por avaliação ao longo do semestre ou por exame final.
Avaliação ao longo do semestre: 3 testes (com igual peso cada).
- A nota final corresponde à média das notas dos 3 testes. Aprovação com nota final mínima de 10 valores.
- A nota mínima em cada teste é de 7,5 valores.
- Assiduidade mínima de presença em 2/3 das aulas.
Avaliação por exame: Exame escrito (peso: 100%). Aprovação com nota mínima de 10 valores.
Sempre que existam dúvidas quanto à autoria ou ao domínio dos conhecimentos demonstrados num elemento de avaliação, o estudante poderá ser convocado para uma prova individual, oral ou escrita, destinada a validar a respetiva classificação. Poderá ainda ser requerida uma oral no caso da classificação ser igual ou superior a 18 valores e caso o aluno não compareça na oral, a classificação final será de 16 valores.
Não é permitido o uso de telemóveis, smartwatches, ou quaisquer outros equipamentos eletrónicos nas provas escritas. A utilização ilícita de tais equipamentos será sancionada em concordância com o Regulamento Disciplinar de Discentes.
Anderson , D., Sweeney, J., Williams, T., Camm, J., Cochran, J.J., Freeman, J. & Shoesmith, E. (2024) Statistics for Business and Economics, 6ª ed. CENGAGE learning EMEA.
Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2021) Estatística Aplicada, Vol. 1, 7.ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2019) Estatística Aplicada, Vol. 2, 6.ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Triola, M. F. (2023). Essentials of Statistics, 7ª ed., New York: Pearson.
Hogg, R. V., Tanis, E.A. & Zimmerman, D.L. (2018). Probability and Statistical Inference, 10th ed., NJ: Pearson.
Marôco, J. (2024). Fundamentos de estatística : com aplicações às ciências da vida, sociais e humanas. Pêro Pinheiro: Report Number.
Navarro, D.J. & Foxcroft, D.R. (2022). Learning statistics with jamovi: a tutorial for psychology students and other beginners. (Version 0.75). DOI: 10.24384/hgc3-7p15
Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2024) Exercícios de Estatística Aplicada, Vol. 1, 4.ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Reis, E., P. Melo, R. Andrade & T. Calapez (2021) Exercícios de Estatística Aplicada, Vol. 2, 3.ª ed., Lisboa: Edições Sílabo.
Economia e Finanças Públicas
1. Conhecimento e compreensão do papel do Estado na economia, nomeadamente no contexto de falhas do mercado, da regulação da actividade económica e da prossecução de objectivos de bem-estar social
2. Conhecimento e compreensão dos instrumentos de intervenção do Estado na economia
3. Conhecimento e compreensão da importância dos arranjos institucionais na intervenção do Estado em áreas concretas
4. Capacidade de avaliar o estado das finanças públicas de um dado país e grau de sustentabilidade das mesmas
5. Capacidade de propor medidas para melhorar o estado das finanças públicas de um dado país
I. Justificações Teóricas para a Intervenção do Estado na Economia:
1. Mercado versus Estado. 2. Teoremas Fundamentais do Bem-Estar. 3. Regulação, Falhas de Mercado e Redistribuição. 4. Falhas do Estado.
II. Formas de Intervenção do Estado na Economia:
1. Estado de Bem-Estar. 2. Mercado de Trabalho. 3. Pensões. 4. Pobreza. 5. Saúde. 6. Educação. 7. Controvérsias Actuais.
III. Finanças Públicas:
1. Receitas do Estado. 2. Despesas do Estado. 3. Défice Público e Dívida Pública. 4. Evolução Dinâmica do Rácio (Dívida Pública / PIB Nominal). 5. Medidas Tomadas pelos Governos de Portugal desde 1991 para Reduzir o Défice Público. 6. Sustentabilidade Dinâmica da Dívida Pública. 7. Medidas que Poderiam vir a ser Tomadas para Reduzir o Défice Público. 8. O Tratado Orçamental da União Europeia. 9. A Equivalência Ricardiana. 10. O Imposto Inflação. 11. O Princípio do Utilizador Pagador aplicado às Contas Públicas. 12. A Teoria dos Ciclos Político-Eleitorais.
Avaliação ao Longo do Semestre:
Teste Intermédio: 40%
Segundo Teste: 40%
Trabalho de Grupo (Apresentação e Discussão): 20%
Aprovação pressupõe uma média igual ou superior a 9,5 valores
Aprovação pressupõe uma assiduidade mínima de 80% das aulas
Avaliação por Exame:
Exame (1ª época) ou Exame (2ª época): 100%
Aprovação pressupõe uma nota igual ou superior a 9,5 valores
Stiglitz, J. E. (2000). "Economics of the Public Sector". 3rd Edition. W.W. Norton & Co.: New York/London.
Trigo Pereira, Paulo; Afonso, António; Arcanjo, Manuela e Gomes dos Santos, José Carlos (2012). "Economia e Finanças Públicas". 4ª Edição. Escolar Editora.
Pinto Barbosa, A. (1998). "Economia Pública". McGraw Hill.
Silva Lopes, J. (2002). "A Economia Portuguesa desde 1960". 6ª Edição. Gradiva.
Leão, E.; Leão, P. e Lagoa, S. (2011). "Política Monetária e Mercados Financeiros". 3ª Edição. Edições Sílabo.
Leão, E.; Barradas, R. (2023). "Mercados Financeiros - Emoção e Razão". Edições Sílabo.
Louçã, Francisco; e Castro Caldas, José (2009). "Economia(s)". Edições Afrontamento.
Barr, Nicholas (2012). "Economics of the Welfare State". 5th edition. Oxford University Press.
Relatórios do Banco de Portugal (Capítulos sobre Finanças Públicas).
Arrow, Kenneth J. (1963). Uncertainty and the Welfare Economics of Medical Care. The American Economic Review. 53 (5): 941-973.
Coase, Ronald H. (1960). The Problem of Social Cost. Journal of Law and Economics. 1-23.
Chang, Ha Joon (2002). Breaking the Mould: An Institutionalist Political Economy Alternative to the Neo Liberal Theory of the Market and the State. Cambridge Journal of Economics. 26: 539-559.
Esping-Andersen, G. (1990). The Three Worlds of Welfare Capitalism. Cambridge, Polity Press.
Hardin, Garret (1968). The Tragedy of the Commons, Science. 162: 1243-1248.
Reinhart, C. M.; e Rogoff, K. S. (2011). From Financial Crash to Debt Crisis. American Economic Review. 101(5): 1676-1706.
Macroeconomia II
No final do período curricular desta UC, o aluno deverá:
1. Identificar diferentes modelos e teorias de crescimento económico; compreender as implicações práticas destes modelos; e identificar políticas económicas capazes de fomentar o crescimento.
2. Conhecer e compreender efeitos da decisão intertemporal sobre as principais variáveis macroeconómicas no curto prazo.
1. Factos do crescimento económico
2. O Modelo de crescimento de Solow
3. Tecnologia no Modelo de crescimento de Solow
4. Convergência e contabilidade do crescimento
5. Revisões do modelo IS-LM
6. Mercados financeiros e expectativas
7. Expectativas, Consumo e Investimento
8. Expectativas, Produto e Política
9. Crises Financeiras
O aluno deverá adquirir e/ou desenvolver competências de análise e síntese, de pesquisa, de crítica, de comunicação escrita e oral.
Serão utilizadas as seguintes metodologias de ensino-aprendizagem (ME):
1. Expositivas, para apresentação dos quadros teóricos de referência
2. Participativas, com análise e resolução de exercícios práticos
3. Ativas, com realização de teste individual
4. Autoestudo, relacionadas com o trabalho autónomo do alun
Há duas modalidades de avaliação.
A primeira consiste em avaliação ao longo do semestre, em que serão usados os seguintes instrumentos: teste intermédio (30%) e exame de avaliação de conhecimentos (70%). Esta modalidade requer a satisfação de um critério mínimo de assiduidade de 60%. Não há exigência de nota mínima para manutenção em avaliação ao longo do semestre.
A segunda consiste em avaliação por exame, neste caso o exame de avaliação tem peso de 100%
Macroeconomics: A European Perspective, 4th edition , by Blanchard, Amighini & Giavazzi, Pearson
Economia do Trabalho e dos Recursos Humanos
OA1- Conhecimento e compreensão do funcionamento do mercado de trabalho;
OA2 - Conhecimento e compreensão dos termos do debate teórico acerca da luta contra o desemprego;
OA3 - Consciência dos desafios colocados ao trabalho e ao emprego pelas transições digital e ecológica
OA4 - Conhecimento das especificidades do mercado de trabalho português;
OA5 - Capacidade de recolher e analisar dados estatísticos relativos a mercado de trabalho;
OA6 - Desenvolvimento da curiosidade, perseverança, tolerância, espírito crítico e motivação para aprender ao longo da vida.
1: Conceitos (trabalho e emprego) e medição
2: O desemprego: quadros teóricos de análise do mercado de trabalho e aplicações
- Modelo neoclássico do mercado de trabalho: oferta, procura e (des)equilíbrio
- Modelo keynesiano: crescimento e emprego
- Síntese: o desemprego - causas e soluções
3: A teoria do capital humano
4: Abordagens institucionalistas ao trabalho e ao emprego
- Instituições e mercado de trabalho
- Mercados internos de trabalho e segmentação do mercado de trabalho
- Relações laborais e democracia no trabalho
5. Os desafios da transição digital e da transição ecológica
- Evolução tecnológica, trabalho, emprego e desigualdades
- Transição ecológica e trabalho
Avaliação ao longo do semestre:
Nota = [dois testes intercalares - avaliação individual]*60%[Trabalho de grupo e animação de debate em aula]*40%
A soma do total dos dois testes intercalares tem de ser no mínimo de 8 valores.
Realização de um trabalho de grupo sobre um tema indicado pelo docente, apresentação do trabalho em aula e discussão com um grupo que terá feito um trabalho sobre o mesmo tema mas adotando uma perspetiva diferente. A qualidade da argumentação e contra-argumentação na discussão tem uma influência determinante na nota.
Os alunos em avaliação ao longo do semestre têm de ter pelo menos 80% de presenças nas aulas.
Avaliação por exame:
Nota Final = [Exame de 1ª Época]*100%
Lopes, H. e Cerejeira, J. (coord.) (2025, seconda edição): Economia do Trabalho - Mercados e Instituições, Lisboa: Almedina
Banco de Portugal (2023). Boletim Económico. Tema em destaque: A distribuição dos salários em Portugal no período 2006–2020. Banco de Portugal.
Green F., Healy, N. (2022): How inequality fuels climate change: The climate case for a Green New Deal, One Earth, 5: 635-649.
Autor, D. (2025). AI could actually help rebuild the middle class, Noemia, https://www.noemamag.com/how-ai-could-help-rebuild-the-middle-class/
Autor, D. (2022): The labor market impact of technological change, NBER Discussion Paper 2022-08, MIT – National Bureau of Economic Research.
Blanchard, O and Portugal, P. (2017): Boom, slump, sudden stop, recovery and policy options. Portugal and the euro, GEE Papers nº 72, Ministério da Economia.
Boyer, G and Smith, R. (2001): The development of the neoclassical tradition in labor economics, Industrial and Labor Relations Review, 45 (2), pp. 199-223.
Buch-Hansen, H. and Carstensen, M. (2021). Paradigms and the political economy of ecopolitical projects: Green growth and degrowth compared, Competition and Change, 25(3-4): 308-327.
Chancel, L., Bothe, P., Voituriez, T. (2023). Climate Inequality Report 2023, World Inequality Lab Study 2023/1. https://wid.world/wp-content/uploads/2023/01/CBV2023-ClimateInequalityReport-2.pdf
Duarte Santos, F. (2021). Alterações Climáticas. Fundação Francisco Manuel dos Santos.
European Commission (2022): Labour market and wage developments in Europe – Annual review 2022, Publications Office of the European Union.
European Commission (2022): Employment and social developments in Europe Report – Young Europeans and Challenges ahead; Publications Office of the European Union.
ILO (2021): The role of digital labour platforms in transforming the world of work, Genebra: International Labor Organization.
IPBES. 2019. Global assessment report on biodiversity and ecosystem services of the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services. E. S. Brondizio, J. Settele, S. Díaz, and H. T. Ngo (editors). IPBES secretariat, Bonn, Germany. https://doi.org/10.5281/zenodo.3831673
Laurent, E., Pochet, P. (2015): Towards a social-ecological transition. Solidarity in the age of environmental challenge. European Trade Union Institute, https://www.etui.org/sites/default/files/Guide_socio-ecological_EN_PRINT_web.pdf
Lopes, H. (2023): The centrality of work — A foundation for political economy, Review of Political Economy, 35(2): 494–509.
Lopes, H., Calapez, T. (2023): Job polarisation – Capturing the effects of work organisation, Economic and Labor Relations Review, 32(4): 594-613.
Lucassen, J. (2022): The Story of Work – A New History of Mankind, New Haven: Yale University Press.
Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (2016): Livro Verde sobre as Relações laborais 2016, Lisboa: MTSS.
OECD (2023): OECD Skills Outlook - Skills for a Resilient Green and Digital Transition, OECD
OIT (2018): Trabalho digno em Portugal 2008-2018, Bureau International du Travail: Geneve.
Teles, N. Caldas, J.; Martins, D. (2020): Financialisation, labour and structural change: the case of Portuguese internal devaluation. in Santos A. and Teles, N., Financialisation in the European periphery, London: Routledge pp. 127-160.
Van Vuuren, D.P., Doelman, J.C., Schmidt Tagomori, I. et al. (2025). Exploring pathways for world development within planetary boundaries. Nature 641, 910–916 https://doi.org/10.1038/s41586-025-08928-w
Economia Internacional
OA1 - Conhecer e saber aplicar as principais teorias que explicam a existência de comércio;
OA2 - Conhecer e saber aplicar algumas das mais importantes metodologias de análise empírica do comércio;
OA3 - Compreender os contributos da geografia económica;
OA4 - Conhecer os principais instrumentos de política comercial;
OA5 - Conhecer as principais tendências da economia internacional
OA6 - Saber caracterizar alguns sectores críticos da economia internacional
1. Teorias Tradicionais do Comércio
2. Modernas Teorias do Comércio
3. Análise Empírica do Comércio
4. Política Comercial
5. Mobilidade Internacional de Pessoas
6. IDE e empresas multinacionais
7. Geografia Económica
8. Tendências estruturais da economia mundial
9. Desafios chave da economia mundial
10. Análise Económica de Países
A avaliação desta UC é realizada em dois momentos: (1) ao longo do período letivo, ou, (2) avaliação final, em duas épocas.
Avaliação Periódica(1):
A avaliação é realizada através das seguintes componentes:
i) Trabalho de grupo (50%)
ii) Exame final individual (50%) - nota mínima neste teste: 7,5 val.
Avaliação Final (2): Exame Final com peso de 100%
[1] Krugman, P., Obstfeld, M. e Melitz, M. (2018), International Economics, 11ª edição, Pearson.
[2] Anderson, W. (2012), Economic Geography, Routledge.
[3] Rodrigue, J. (2016), The Geography of Transport Systems, 4ª edição, Routledge.
[4] Textos de apoio a disponibilizar pela equipa docente
[5] Artigos e documentos de trabalho publicados em revistas internacionais ou em séries de working papers
[6] Relatórios de Instituições Internacionais (ex: World Trade Report, World Investment Report,...)
-
Direito Económico
Este curso visa, de um modo geral, sensibilizar o futuro economista quanto à relevância fundamental do enquadramento jurídico (constitucional e legal) das actividades e relações económicas, o seu significado como expressão dos valores que a economia e o mercado devem acomodar no sentido de conciliar, em última análise, eficiência e justiça. O curso visa ainda proporcionar uma visão de conjunto do direito da economia
no quadro dos diversos ramos do direito e instruí-los na pesquisa de instrumentos legais de relevância prática. No sentido de despertar a curiosidade, promover a absorção de conhecimentos e encorajar a análise crítica dos estudantes, procura-se conciliar a abordagem teórica
com a abordagem prática, apoiada na análise e discussão de exemplos ilustrativos da matéria.
. Direito e sociedade. Direito e economia. Direito, Estado e mercado.
. O Direito Económico como ramo de direito. Evolução histórica. A interdisciplinaridade no estudo do Direito Económico. As fontes do Direito Económico.
. Direito e Economia: a constituição económica.
. A Constituição económica portuguesa. A europeização da constituição económica.
. Evolução das funções económicas do Estado. O sector empresarial do Estado. Nacionalizações, privatizações, participações sociais do Estado. Evolução das formas jurídicas do Estado empresário. A função accionista do Estado: as 'golden shares'. As parcerias público-privadas.
. A regulação pública da economia. A regulação da concorrência na União Europeia e em Portugal. A regulação dos 'mercados emergentes'.
. Novos desafios da regulação: ambiente, saúde pública, segurança alimentar. Mercado e sociedade da informação.
. A regulação do comércio internacional.
Avaliação ao longo do semestre através da realização trabalho individual/grupo (oral e escrito) e Exame final. A primeira consistirá numa exposição oral em aula, do plano e traços gerais do trabalho sobre o tópico previamente escolhido pelo/s aluno/s seguida da elaboração de um texto escrito com não mais do que 20 páginas.
Os vários elementos de avaliação serão ponderados da seguinte forma para o efeito da classificação final: Trabalho - 40%; Participação nas aulas, incluindo a exposição oral- 10%; Exame - 50%;
SANTOS, António Carlos, Maria Eduarda GONÇALVES e Maria Manuel L. MARQUES (2014), Direito Económico, Coimbra: Almedina (7ª edição).
J. N. Calvão da Silva, Mercado e Estado. Serviços de Interesse Económico Geral, Coimbra, Almedina, 2008.
E. P. Ferreira, L. Morais, G. Anastácio (coord.), Regulação em Portugal. Novos Tempos, Novo Modelo?, Coimbra, Almedina, 2009.
M. M. Leitão Marques, A Goucha Soares, Concorrência. Estudos. Coimbra, Almedina, 2006.
Psicologia das Organizações e do Trabalho
No final da UC, cada estudante deverá ser capaz de:
OA1 - Descrever a natureza das organizações e do trabalho;
OA2 - Identificar e contrastar as principais abordagens teóricas sobre a orgânica e funcionamento organizacional;
OA3 - Identificar os elementos-chave de uma estrutura organizacional e os factores que os influenciam;
OA4 - Analisar os processos organizacionais e identificar as metodologias de análise do trabalho e de intervenção organizacional.
CP1. A psicologia organizacional
1.1. Os conceitos de organização, estrutura, trabalho e atividade
1.2. Abordagens teóricas (economicista, humanista, sistémica, política e cultural)
CP2. Elementos da estrutura e do funcionamento organizacional
2.1. Estruturar atividades e responsabilidades na organização: as configurações estruturais
2.2. Fatores de diferenciação da estrutura: Cultura, Poder, Tecnologia, Atividade, Produção
CP3. A psicologia do trabalho
3.1. A emergência da psicologia do trabalho
3.2. Princípios teóricos e conceitos básicos
CP4. Processos básicos nas organizações e abordagens metodológicas:
4.1. Análise de funções, análise de competências e análise da atividade
4.2. O processo de intervenção ergonómica
A avaliação ao longo do semestre tem duas componentes: 1) trabalho de grupo (50%) e 2) teste escrito individual (50%). A nota do trabalho de grupo resulta da média de uma apresentação oral (50%) e um relatório escrito (50%). A avaliação ao longo do semestre implica uma presença não inferior a 2/3 do número de aulas. A aprovação implica um mínimo de 8 valores em ambos os instrumentos de avaliação e uma média final não inferior a 10.
A avaliação final é realizada por meio de um único instrumento: exame escrito individual (100%). A aprovação na UC é concedida com pelo menos 10 valores neste instrumento.
Caetano, A., Neves, J. & Ferreira, J.M.C. (2020). Psicossociologia das Organizações: fundamentos e aplicações Lisboa: Sílabo Editora.
Mintzberg, H. (2023). Understanding organizations... Finally!: Structuring in sevens. Berret- Koehler Pubs.
Salvendy, G. & Karwowski, W. (2021). Handbook of Human Factors and Ergonomics, Wiley.
É identificada bibliografia complementar para cada conteúdo programático no plano de aulas disponibilizado no início das aulas. / A specific set of complementary references will be identified in the class plan made available at the beginning of the classes.
Sociologia Económica
A UC Sociologia Económica visa desenvolver os seguintes objectivos de aprendizagem:
- desenvolvimento de capacidade de análise e interpretação dos quadros teóricos, conceitos e matrizes analíticas;
- desenvolvimento de capacidades de leitura crítica e de confronto entre perspectivas clássicas e contemporâneas da sociologia económica;
- desenvolvimento de mecanismos de compreensão das principais ferramentas metodológicas da sociologia económica;
- desenvolvimento de mecanismos e ferramentas de aplicação dos conceitos e teorias à análise concreta da sociedade portuguesa, atendendo aos trabalhos e reflexões que têm sido desenvolvidos neste domínio por cientistas sociais portugueses.
1. Sociologia Económica: os fenómenos económicos como objeto de estudo
1.1. A relação entre economia e sociedade: o económico com um facto social total.
1.2. Percurso histórico e demarcações teóricas: da Sociologia Económica à Nova Sociologia Económica.
1.3. Objetos de estudo da Sociologia Económica.
2. A estruturação social da economia
2.1. Economia e política.
2.2. Economia e instituições.
2.3. Economia e redes de relações sociais.
3. A Sociologia dos Mercados
3.1. Mercado, economia e campo económico.
3.2. A construção social dos mercados.
3.3. A Sociologia dos mercados financeiros.
4. A Sociologia Económica em Portugal
4.1. Objetos de estudo
4.2. Principais abordagens, metodologias e orientações concetuais.
O processo de avaliação da UC Sociologia Económica ao longo do semestre é constituída pelos seguintes elementos:
i) Trabalho em grupo, com a participação nas aulas e num conjunto de laboratórios ao longo do semestre. (20%).
ii) Trabalho em grupo sobre uma atividade económica/ um “mercado” concreto (35%).
iii) Ensaio individual (45%).
Ainda que não seja recomendado, os/as estudantes podem optar pela avaliação final por exame escrito (100%).
Bourdieu, P. 2006 [2000]. As Estruturas Sociais da Economia. Porto: Campo das Letras.
Fligstein, N. 2001. The Architecture of Markets. An Economic Sociology of a Twenty-First-Century Capitalist Societies. Princeton: Princeton University Press.
Hass, J. K. 2007. Economic Sociology: an Introduction. London: Routledge.
Hodgson, G. M. 1994. Economia e Instituições. Oeiras: Celta.
Knorr Cetina, K. e Preda, A., orgs. 2005. Sociology of Financial Markets. Oxford: Oxford University Press.
Peixoto, P. e Marques, R., org. 2003a. A Nova Sociologia Económica. Oeiras: Celta.
Peixoto, P. e Marques, R. 2003b. A Sociologia Económica em Portugal, Sociologia, Problemas e Práticas, 42: 201-216.
Smelser, N. J. e Swedberg, R. eds. 2005. The Handbook of Economic Sociology. Princeton: Princeton University Press.
Trigilia, C. 2002. Economic Sociology. Oxford: Blackwell.
Autores clássicos
Sociologia Económica Geral
Durkheim, É. (1984) [1893]. A Divisão do Trabalho Social. Lisboa: Presença. Marx, K. (1974) [1867]. O Capital: Crítica da Economia Política. S.l.: Delfos. Mauss, M. (2001) [1925]. Ensaio Sobre a Dádiva. Lisboa: Edições 70. Parsons, T. e Smelser, N. J. (1956). Economy and Society: A Study in the Integration of Economic and Social Theory. Nova Iorque: The Free Press. Polanyi, K. (2012) [1944]. A Grande Transformação: As Origens Políticas e Económicas do Nosso Tempo. Lisboa: Edições 70. Polanyi, K. (2021) [1944]. Economia e Sociedade. Textos seleccionados. Lisboa: BookBuilders. Schumpeter, J. (1983) [1934]. The Theory of Economic Development: An Inquiry Into Profits, Capital, Credit, Interest, And the Business Cycle. New Brunswick: Transaction Publishers. Simmel, G. ed. por Frisby, D. (2004) [1907]. The Philosophy of Money. Londres e Nova Iorque: Routledge. Smith, A. (1993) [1776]. An Enquiry into the Nature and Causes of the Wealth of Nations. Oxford: Oxford University. Swedberg, R. (1998). Max Weber and the Idea of Economic Sociology. Princeton: Princeton University Press. Veblen, T. (1898). Why Is Economics Not an Evolutionary Science. The Quarterly Journal of Economics, 12. http://socserv.mcmaster.ca/econ/ugcm/3ll3/veblen/econevol.txt Weber, M. (1978) [1922]. Economy and Society. Berkeley: UC Press.
Callon, M., (Org.). (1998). The Laws of the Markets. Oxford: Blackwell. Granovetter, M. e Swedberg, R., (Orgs.). (2001). The Sociology of Economic Life. Boulder: Westview, 2.ª edição. Swedberg, R. (2003). Principles of Economic Sociology. Princeton: Princeton University Press.
A economia enquanto ciência
Fourcade, M. (2005). Theories of Markets and Theories of Societies, American Behavioral Scientist, 50(8): 1015-1034. Hirschman, A. O. (1977). The Passions and the Interests: Political Arguments for Capitalism Before its Triumph. Princeton: Princeton University Press. Louçã, F., Mortágua, M., & Caldas, J. C. (2021). Manual de economia política. Lisboa: Bertrand Editora. Mirowski, P. (2004). The Effortless Economy of Science? Durham e Londres: Duke University Press.
Vida económica em Portugal
Freire, J. (2008). Economia e Sociedade. Contributos Para Uma Sociologia da Vida Económica em Portugal na Viragem do Século. Lisboa: Oeiras. Pinto, J. M. (2013). A sociologia perante a crise: quatro ideias para um debate. RES, 19: 141-152. Reis, J. (2007). Ensaios de Economia Impura. Coimbra: Almedina. Santos, B. de S. (1985). Estado e sociedade na semiperiferia do sistema mundial: o caso português. Análise Social, 87, 88, 89: 869-901. Veloso, L. e Carmo, R. M., (Orgs). (2012). A Constituição Social da Economia. Lisboa: Mundos Sociais.
Redes
Chavdarova, T., Slavova, P e Stoeva, S., (Eds). (2010). Markets as Networks. Sofia: St. Kliment Ohridski University Press. Granovetter, M. (1985). Economic Action and Social Structure: The Problem of Embeddedness, American Journal of Sociology, 91(3): 481-510.
Capitalismo e globalização
Amable, B. (2005). Les Cinq Capitalismes: Diversité Des Systèmes Economiques et Sociaux dans la Mondialisation. Paris: Seuil. Mazzucato, M. (2018). O valor de tudo: fazer e tirar na economia global. Lisboa: Círculo de Leitores. Boltanski, L. E Chiapello, È. (1999). Le Nouvel Esprit du Capitalism. Paris: Gallimard.
Campo económico, convenções e significados sociais
Beckert, J. (2016). Imagined Futures: Fictional Expectations and Capitalist Dynamics. Harvard: Harvard University Press. Bourdieu, P. (1997). Le Champ Économique, Actes de la Recherche en Sciences Sociales, 119(1): 48-66. Bourdieu, P. (2017). Anthropologie économique. Cours au Collège de France 1992-1993. Paris: Seuil. Zelizer, V. (1997). The Social Meaning of Money: Pin Money, Paychecks, Pay Relief and Other Currencies. Princeton: Princeton University Press.
Mercados
Fligstein, N. e Dauter, L. (2007). The Sociology of the Markets, Annual Review of Sociology, 33: 105-128. François, P. (2008). Sociologie des marchés. Paris: Armand Colin. Callon, M. e Muniesa, F. (2003). Les marchés économiques comme dispositifs collectifs de calcul. Journal Réseaux, 21(122): 189-233.
Mercados financeiros e financeirização
Carruthers, B. e Ariovich, L. (2010). Money and Credit: A Sociological Approach. Cambridge: Polity Press. Epstein, G. A. (Ed.) (2005). Financialization and the World Economy. Cheltenham Glos: Edward Elger Publishing. Knorr-Cetina, K. e Preda, A. (2012). The Oxford Handbook of the Sociology of Finance. Oxford: Oxford University Press. MacKenzie, D. A. (2006). An Engine, Not a Camera, How Financial Models Shape Markets. Cambridge: The MIT Press. Rodrigues, J., Santos, Ana C. e Teles, N. (2016). A Financeirização do Capitalismo em Portugal. Lisboa: Actual Editora. Terlica, S. e Coelho, B. (2010). Mercados Financeiros. Instituições Ocultas e Dinâmicas Invisíveis. Em A. Dornelas, L. Oliveira, L. Veloso e M.D. Guerreiro (Eds.). Portugal Invisível, (pp. 7-51), Lisboa: Mundos Sociais.
Econometria II
1. No final da UC, cada estudante deverá ser capaz de demonstrar o conhecimento e compreensão das técnicas de modelação introdutórias mais relevantes para dados temporais; 2. No final da UC, cada estudante deverá ser capaz de demonstrar o conhecimento e compreensão das técnicas de modelação introdutórias mais relevantes, nomeadamente para dados em painel, escolha limitada e endogeneidade; 3. No final da UC, cada estudante deverá ser capaz de demonstrar a capacidade de mobilizar fontes estatísticas e métodos empíricos e aplicação das técnicas estatísticas e econométricas relevantes na análise dos fenómenos, dos problemas e das políticas económicas para dados temporais; 4. No final da UC, cada estudante deverá ser capaz de demonstrar a capacidade de trabalhar em grupo e elaborar argumentos fundamentados teórica, lógica e factualmente e de os comunicar a outrem.
Programa1. Revisão de Introdução à Econometria.
2. Introdução à regressão com séries temporais
2.1. Alguns conceitos em Time Series.
2.2. Autocorrelação nos erros e consequências para o OLS.
2.3. Testes.
2.4. Estimação robusta de V(b).
2.5. Estimação eficiente e o estimador FGLS.
2.6. Quebras de estrutura, sazonalidade e tendencia.
2.7. Modelos com desfasamentos e modelos dinâmicos.
2.8. Testes de RU.
2.9. Cointegração e MMCE.
2.10. Previsão.
2.11. O Modelo ARCH.
3. Endogeneidade e estimação com variáveis instrumentais
3.1. Definição, consequências para o OLS.
3.2. O método das variáveis instrumentais e o estimador 2SLS.
3.3. Testes para a detecção de endogeneidade e sobre-identificação.
4. Modelos de escolha binária
4.1. Introdução.
4.2. O modelo probabilístico linear.
4.3. Os modelos Probit e Logit.
5. Modelos com dados de painel.
5.1. Motivação.
5.2. Modelo e estimação de efeitos fixos.
5.3. O modelo de efeitos aleatórios.
5.4. Efeitos aleatórios versus efeitos fixos.
A aprovação na disciplina realiza-se por avaliação ao longo do semestre ou exame final.
1. Avaliação ao longo do semestre:
Teste #1 (35% da nota); Teste #2 (35% da nota); Trabalho de grupo (20% da nota); e Trabalho individual (10%).
Nota: A média das notas nos Testes #1 e #2 deve ser no mínimo de 7 e a nota no trabalho individual superior ou igual a 10.
2. Exame final: Prova escrita (100% da nota).
Wooldridge, J.M., Introductory Econometrics: A Modern Approach, 2020, 7th Ed., Cengage,
Stock, J.H. and Watson, M.W., Introduction to Econometrics, 2019, 4nd Ed., Pearson,
Kennedy, P., A Guide to Econometrics, 2008, 6th Ed., MIT Press,
Arellano, M., Panel Data Econometrics, 2003, Oxford University Press,
Griffiths, W.E., Hill, R.C. and Judge, G.G., Learning and Practicing Econometrics, 1993, Wiley,
Gujarati, D.N., Basic Econometrics, 2009, 5th Ed. McGraw-Hill,
Portugal, P., Econometria: Exercícios, 1997, Schaum, McGraw-Hill de Portugal,
Ramanathan, R., Introductory Econometrics with Applications, 2001, 5th Ed, South-Western College,
Economia da Organização Industrial
No final do período curricular desta UC, o aluno deverá:
1. Conhecer as principais estruturas de mercado.
2. Compreender a política de concorrência e a lei da concorrência
3. Conhecer as estratégias das empresas
4. Ser capaz de construir argumentos fundamentados em teorias e factos e de articular as abordagens conceptual, matemática e gráfica na resolução de problemas concretos.
1. Introdução
2. Fundamentos microeconómicos
2.1. Consumidores
2.2. Empresas
2.3. Concorrência, equilíbrio e eficiência
2.4. Falhas de mercado
2.5. Discriminação de preços
3. Oligopólio
3.1. Teoria dos jogos e estratégia
3.2. Oligopólio
3.3. Conluio e guerra de preços
4. Entrada e estrutura de mercado
4.1. Estrutura de mercado
4.2. Fusões horizontais
4.3. Exclusão do mercado
5. Outras estratégias empresariais
5.1. Diferenciação do produto
5.2. Relações verticais
5.3. Inovação
5.4. Redes
A avaliação ao longo do semestre consiste em:
- um teste intermédio, com um peso total de (40%)
- uma prova escrita no final do semestre (60%)
Para obter aprovação na disciplina através da avaliação ao longo do semestre, a nota de cada uma das provas escritas não pode ser inferior a 7,5 v.
A avaliação ao longo do semestre exige uma assiduidade mínima de 2/3 das aulas.
No regime de avaliação final, a avaliação é composta apenas por um exame individual (100%).
Cabral, L. (2017), Introduction to Industrial Organization, 2nd edition, MIT Press
Church and Ware (2000). Industrial Organization: A Strategic Approach. Disponível grátis em: ttp://works.bepress.com/jeffrey_church/23/
Economia e Políticas de Desenvolvimento
Os Objetivos de Aprendizagem (OAs) são os seguintes:
OA1) Conhecer e discutir as diferentes visões do conceito de Desenvolvimento e suas possíveis medições;
OA2) Conhecer e discutir as diferentes visões sobre desenvolvimento a longo prazo e após a 2ª Guerra Mundial;
OA3) Compreender as teorias institucionalistas do desenvolvimento (e principais objeções a estas teorias).
OA 4) Conhecer a arquitetura internacional da cooperação e ajuda ao desenvolvimento (sobretudo novas tendências e transformações recentes).
AO 5) Compreender e analisar os desafios emergentes e os desafios mais persistentes do desenvolvimento internacional.
1. Visões e Dimensões do Conceito de Desenvolvimento
2. Desenvolvimento no Longo Prazo
3. Transformações Globais e a Economia do Desenvolvimento
4. O Consenso de Washington e o Milagre Asiático
5. Instituições e desenvolvimento
6. Transformações e tendências recentes na cooperação para o desenvolvimento
7. Desafios contemporâneos e legados históricos do desenvolvimento internacional
Avaliação ao longo do semestre com três momentos de avaliação:
1) 1ª prova escrita individual (35%)
2) Apresentação e discussão em aula (trabalho de grupo) (30%)
3) 2ª prova escrita individual (35%)
É obrigatória a participação nos três momentos de avaliação.
Avaliação Final: Exame (100%)
Época de Recurso: Exame (100%)
Cypher, J. M. (2020). The process of economic development. Routledge.
Chang, H.J. (2005). Kicking away the ladder: Development strategy in historical perspective, London: Anthem Press.
Horner, R. and Hulme, D. (2019). ‘From international to global development: new geographies of 21st century development’, Development & Change, 50(2): 347-378.
Khan, M.H. (2017). ‘Introduction: Political settlements and the analysis of institutions’ (online).
Piketty, T. (2022). Uma breve história da igualdade, Lisboa: Temas e Debates.
Sen, A. (1999). Development as freedom, Oxford: Oxford University Press
ACOSTA, A. (2014) El Buen Vivir, ma?s alla? del desarrollo. In G. D. Ramos (Org.), Buena Vida, Buen Vivir: Imaginarios alternativos para el bien comu?n de la humanidad, pp. 2-60. UNAM/ Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades: Cidade do México
AA.VV (1968). La Carta de Argel. El Trimestre Economico vol. 35, 138 (2), pp. 343-364.
AA.VV (2009). La agonia de un mito: Como reformular el ?desarrollo? ? América Latina en. Movimiento, 445 (número temático).
Acosta, A. (2010). El Buen Vivir en el camino del post-desarrollo: Una lectura desde la Constitución de Montecristi. Fundación Friedrich Ebert, (Online), Policy Paper (9), pp.1- 43. Disponível em: http://library.fes.de/pdf-files/bueros/quito/07671.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:23]
Acosta, A. (2014). El Buen Vivir, más allá del desarrollo. In G. D. Ramos (Org.), BUENA VIDA, BUEN VIVIR: Imaginarios alternativos para el bien común de la humanidad (pp. 2-60). México, UNAM: Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, (Online). Disponível em: http://computo.ceiich.unam.mx/webceiich/docs/libro/BuenaVida%20BuenVivir.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:45]
Alvares, C. (1994). Science, Development and Violence: the revolt against modernity. Oxford and New Delhi: Oxford University Press.
Amaro, R. R. (1990). Desenvolvimento e Injustiça Estrutural. Communio, 5, Setembro- Outubro, pp. 449-459.
Amaro, R. R. (2003). Desenvolvimento - um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria. Caderno de Estudos Africanos, 4, pp.40-60.
Amaro, R. R. (2009). Desenvolvimento Local. In A. D. Cattani et al. (Coord.), Dicionário internacional da outra economia (pp. 108-113). Coimbra: Almedina & CES.
Amaro, R. R. (2016). A Sustentabilidade das organizações de Economia Solidária - proposta de conceptualização e de avaliação. Revista de Economia Solidária, 1, pp. 11-29.
Amin, S. (1973). Le développement inégal. Essai sur les formations sociales du capitalisme périphérique. Paris: Éditions de Minuit.
Amin, S. (1976). L?impérialisme et le développement inégal. Paris: Éditions de Minuit.
Amin, S. (1986). La déconnexion: pour sortir du système mondial. Paris: Éditions La Découverte.
Arndt, H. W. (1987). Economic Development: The History of an Idea. Chicago: The University of Chicago Press.
Arrighi, G. (2002). The long twentieth century: Money, Power and the Origins of Out Times. London and New York: Verso Books.
Bahro, R. (1984). From red to green. London: Verso Books.
Barsky, R. B. and Kilian, L. (2002). Do We Really Know that Oil Caused The Great Stagflation ? A Monetary Alternative. In NBER Macroeconomic Annual 2001 (pp. 137-197), vol. 16. Cambridge: MIT Press.
Boff, L. (2009). ¿ Vivir mejor o el ?Buen Vivir? ? Agencia Latinoamericana de Información, (Online). Disponível em: http://www.alainet.org/es/active/29839 [Acedido a 26 de Março de 2018, às 19:45].
Brenner, Y. S. (2013). Theories of Economic Development and Growth. New York: Praeger.
Carmo, H. (1999). Desenvolvimento Comunitário. Lisboa: Universidade Aberta.
Clarkson, S. (1978). The Soviet Theory of Development: India and the Third World In marxist-leninist scholarship. Toronto: University of Toronto Press.
Cypher, J. M. & Dietz, J. L. (1997). The Process of Economic Development. London:
Routledge.
Dávalos, P. (2014). Reflexiones sobre el Sumak Kawsay (el Buen Vivir) y las teorías del desarrollo. In A. Hidalgo-Capitán et al.(Orgs.), Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay (143-151). Huelva y Cuenca: FIUCUHU.
Diagne, M. (1999). Comment dit-on Développement en Wolof. Ethiopiques, 62 (1er. semestre), pp. 1-10.
Dos Santos, T. (1978). Imperialismo y Dependencia. México: Ed. Era.
Dos Santos, T. (2000). A Teoria da Dependência: Balanço e Perspectivas. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira.
Escobar, A. (1995). Encountering Development: The Making and Unmaking of the Third World. Princeton: Princeton University Press.
Escobar, A. (1998). Power and Visibility: development and the intervention and management of the Third World. Cultural Anthropology, vol. 3, 4, pp. 428-443.
Esteva, G. (1992), Development. In W. Sachs (Org.), The Development Dictionary: A Guide to Knowledge as Power (pp. 6-25). London and New York: Zed Books.
Esteva, G. (2009). Más allá del desarrollo: la buena vida. América Latina en Movimiento, 445, pp. 1-5.
Faletto, E. e Cardoso, F. H. (1970). Dependência e Desenvolvimento na América Latina - ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar.
Feldman, G. A. (1964). On the Theory of Growth Rates of National Income. In N. Spulber, Foundations of Soviet Strategy for Economic Growth. Bloomington: Indiana University Press.
Fragoso, A. (2005a). Desenvolvimento Participativo: Uma sugestão de reformulação conceptual. Revista Portuguesa de Educação, 18 (1), pp.34-44.
Fragoso, A. (2005b). Contributos para o debate teórico sobre o desenvolvimento local: um ensaio baseado em experiências investigativas. Revista Lusófona de Educação, 5, pp.63-83.
Frank, A. G. (1966). The Development of Underdevelopment. New York: Monthly Review Press.
Friedmann, J. (1996). Empowerment, Uma Política de Desenvolvimento Alternativo, Oeiras:
Editora Celta.
Gonçalves, T. et al. (2014). Gross National Happiness - Um novo contributo ao conceito de Desenvolvimento. Economia Solidária, 6, pp. 180-225.
González, F. J. A. (2011), El Buen Vivir, Un Paradigma anticapitalista. Papel presented On Visiting Academic University of Cambridge - Winter 2011, pp. 1-34.
Gudynas, E. (2011), Buen Vivir: Today?s tomorrow. Development, 54 (4), pp. 441-447.
Ha-Joon, C. (2002), Kicking Away the Ladder: Development Strategy in Historical Perspective. London: Anthem.
Ha-Joon, C. (2009), Bad Samaritans: The Myth of Free Trade and the Secret History of Capitalism. New York: Bloomsbury Press.
Harvey, D. (2005). A Brief History of Neoliberalism. Oxford and New York: Oxford University Press.
Hidalgo-Capitán, A. L. et al. (2014a). El pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay. In A. L. Hidalgo-Capitán et al. (Orgs.), Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay (23-73). Huelva y Cuenca: FIUCUHU.
Hidalgo-Capitán, A. L. (2014b). Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay. Huelva y Cuenca: FIUCUHU, (Online).
Keyes, C. (2002). The Mental Health Continuum: From Languishing to Flourishing in Life. Journal of Health and Social Behavior, 43 (2), pp. 207-222.
Latouche, S. (1999). La ´double imposture ´ du développement durable. Geographica Helvetica, Jg. 54/ Heft 2, pp. 90-96.
Latouche, S. (2009). Sobrevivir al desarrollo - De la descolonización del imaginario económico a la construcción de una sociedad alternativa. Barcelona: Icaria (2.ª edición).
Latouche, S. (2011). Vers une société d?abondance frugale: contresens et controverses sur la décroissance. Paris: Éditions de Minuit.
Lewis, W. A. (1955). The Theory of Economic Growth. London: Allen e Unwin.
Mahalanobis, P. (1953). Some observations on the Process of Growth of National Income. Sankhy?: The Indian Journal of Statistics, vol. 12, 4, pp. 307-312.
Marcelino, A. (2016). O Desenvolvimento Local e o Buen Vivir como alternativas para um ?outro? desenvolvimento. Tese de Mestrado em Estudos de Desenvolvimento. Lisboa: ISCTE-IUL.
Meadows, D.H. et al. (Orgs.) (1972). The Limits to Growth. New York: Universe Books.
Meier, G. M. & Seers, D. (Eds.) (1984). Pioneers in Development. New York: Oxford University
Press.
Murteira, M. (1990). Lições de Economia Polftica de Desenvolvimento. Lisboa: Editorial
Presença.
Myrdal, G. (1957). Economic Theory and Under-Developed Regions. London: Duckworth.
Myrdal, G. (1968). Asian Drama. New York: Random House.
Nurkse, R. (1953). Problems of Capital Fonnation in Underdeveloped Countries. Oxford:
Blackwell.
PauloVI (1989). Carta Encíclica ?Populorum Progressio?. Lisboa: Edições Paulistas.
Perroux, F. (1962). L?Économie des Jeunes Nations. Paris: Presses Universitaires de France.
Perroux, F. (1963). A Ideia de Progresso perante a Ciência Económica do nosso tempo. Análise Social, vol. I, 2, pp. 173-182.
Perroux, F. (1964). L'Économie du XXe siècle. Paris: Presses Universitaires de France (2.a ed.).
Perroux, F. (1987). Ensaio sobre a Filosofia do novo desenvolvimento. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1987.
Pieterse, J. N. (1998). My Paradigm or Yours? Alternative Development, Post-Development, Reflexive Development. Development and Change, Vol. 29, 343-373.
Pieterse, J. N. (2000). After post-development. Third World Quarterly, 21 (2), pp.175-191.
Priesner, S. (1999). Gross National Happiness - Bhutan's Vision of Development and its
Challenges. Gross National Happiness: Discussion Papers (Online), 4, pp.24-52. Disponível em: http://archiv.ub.uni-heidelberg.de/savifadok/320 [Acedido em 26 de Março de 2018, às 18:53]
Rahnema, M. (1997a). Introduction. In M. Rahnema & V. Bawtree (Eds.), The Post-Development Reader (pp. ix-xix). London: Zed Books.
Rahnema, M. (1997b). Towards Post-Development: Searching for Signposts, a New
Language and New Paradigms. In M. Rahnema & V. Bawtree (Eds.), The Post- Development Reader (pp. 377-403). London: Zed Books.
Rahnema, M. & Bawtree, V. (Eds.) (1997). The Post-Development Reader. London: Zed
Books.
Ramos, G.D. (Org.) (2014). BUENA VIDA, BUEN VIVIR: Imaginarios alternativos para el bien común de la humanidad. México, UNAM: Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, (Online). Disponível em: http://computo.ceiich.unam.mx/webceiich/docs/libro/BuenaVida%20BuenVivir.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:45].
Rimalov, R. (1962). Economic Cooperation between the USSR and Underveloped Countries. Moscow: Foreign Languages Publishing House.
Rist, G. et al. (1992). Le Nord perdu: Repères pour l?après-développement. Lausanne: Éditions d?en bas.
Rist, G. (2008). The History of Development: From Western Origins to Global Faith. London and New York: Zed Books.
Rodhain, F. et Llena, C. (2006). Le mythe du développement durable. Préventique Sécurité, 85, pp. 41-47.
Rostow, W. W. (1960). The stages of economic growth: A non-communist manifesto. Cambridge: Cambridge University Press.
Sachs, W. (Org.) (1992). The Development Dictionary: A Guide to Knowledge as Power. London and New York: Zed Books.
Santos, B. S. (1995). Toward a New Common Sense: Law, Science and Politics in the Paradigmatic Transition. New York: Routledge.
Santos, B. S. (2010). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia dos saberes. In B. S. Santos e M. P. Meneses (Orgs.), Epistemologias do Sul (Cap. 1, pp. 23-71). Coimbra: Edições Almedina/CES (2.ª edição).
Santos, B. S. (2014). Epistemologies of the South - Justice against Epistemicide. New York: Routledge.
Santos, B. S. e Meneses, M. P. (Orgs.) (2010). Epistemologias do Sul. Coimbra: Edições Almedina/CES (2.ª edição).
Sarr, F. (2016a). Afrotopia. Paris: Ed. Philippe Rey.
Sarr, F. (2016b). Développement: Toute une terminologie à revoir. Brennpunkt, 296, pp. 7-9.
Silva, M. M. (1963). Fases de um Processo de Desenvolvimento Comunitário. Análise Social, vol. I (4), pp. 538-558.
Silva, M. M. (1964). Oportunidade do Desenvolvimento Comunitário em Portugal, Análise Social, vol. II (7-8), pp. 498-510.
So, A. Y. (1990). Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-
Systems Theory. London: Sage Publications.
Tortosa, J. M. (2009), Sumak Kawsay, Suma Qamaña, Buen Vivir, Fundación Carolina,
(Online). Disponível em: http://www.plataformabuenvivir.com/wp- content/uploads/2012/07/TortosaSumakKawsayBuenVivir09.pdf [Acedido em 26 de Março de 2018, às 13:46].
Tyagunenko, V. L. et al. (1973). Industrialisation of Developing Countries. Moscow: Progress Publishers.
Unceta, K. (2014). Desarrollo, Postcrecimiento y Buen Vivir: Debates e interrogantes. Quito: Abya Yala.
Ura, K. (2008). Felicidade Interna Bruta, (sine loco), (Online). Disponível em: http://www.visaofuturo.org.br/pdfs2/Felicidade%20Interna%20Bruta%20- %20Dasho%20Karma%20Ura.pdf [Acedido em 26 de Março de 2018, às 14:34].
Wallerstein, I. (1974). The Modern World-System, Vol. I: Capitalist Agriculture and the Origins of the European World-Economy in the Sixteenth Century. New York and London: Academic Press.
Wallerstein, I. (1980). The Modern World-System, Vol. II: Mercantilism and the Consolidation of the European World-Economy, 1600-1750. New York: Academic Press.
Wallerstein, I. (1989). The Modern World-System, Vol. III: The Second Great Expansion of the Capitalist World-Economy, 1730-1840?s. San Diego: Academic Press.
Wallerstein, I. et al. (1982). Dynamics of Global Crisis. London: Macmillan.
W.C.E.D.- World Commission on Environment and Development (the Brundtland
Commission) )1987). O Nosso Futuro Comum. Lisboa: Meribérica.
White, S. (2009a). Analysing wellbeing: A framework for development practice. WeD Working Paper 09/44.
White, S. (2009b). Bringing Wellbeing into Development Practice. WeD Working Paper 09/50.
Ziai, A. (2014). Post-Development concepts? Buen Vivir, Ubuntu and Degrowth, comunicação apresentada no Fourth International Conference on Degrowth for Ecological Sustainability and Social Equity, Leipzig, (Online). Disponível em: https://co- munity.net/conference2014/science/content/post-development-concepts-buen-vivir- ubuntu-and-degrowth [Acedido em 23 de Março de 2018, às 21:56).
AA.VV (1968). La Carta de Argel. El Trimestre Economico vol. 35, 138 (2), pp. 343-364.
AA.VV (2009). La agonia de un mito: Como reformular el ?desarrollo? ? América Latina en. Movimiento, 445 (número temático).
Acosta, A. (2010). El Buen Vivir en el camino del post-desarrollo: Una lectura desde la Constitución de Montecristi. Fundación Friedrich Ebert, (Online), Policy Paper (9), pp.1- 43. Disponível em: http://library.fes.de/pdf-files/bueros/quito/07671.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:23]
Acosta, A. (2014). El Buen Vivir, más allá del desarrollo. In G. D. Ramos (Org.), BUENA VIDA, BUEN VIVIR: Imaginarios alternativos para el bien común de la humanidad (pp. 2-60). México, UNAM: Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, (Online). Disponível em: http://computo.ceiich.unam.mx/webceiich/docs/libro/BuenaVida%20BuenVivir.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:45]
Alvares, C. (1994). Science, Development and Violence: the revolt against modernity. Oxford and New Delhi: Oxford University Press.
Amaro, R. R. (1990). Desenvolvimento e Injustiça Estrutural. Communio, 5, Setembro- Outubro, pp. 449-459.
Amaro, R. R. (2003). Desenvolvimento - um conceito ultrapassado ou em renovação? Da teoria à prática e da prática à teoria. Caderno de Estudos Africanos, 4, pp.40-60.
Amaro, R. R. (2009). Desenvolvimento Local. In A. D. Cattani et al. (Coord.), Dicionário internacional da outra economia (pp. 108-113). Coimbra: Almedina & CES.
Amaro, R. R. (2016). A Sustentabilidade das organizações de Economia Solidária - proposta de conceptualização e de avaliação. Revista de Economia Solidária, 1, pp. 11-29.
Amin, S. (1973). Le développement inégal. Essai sur les formations sociales du capitalisme périphérique. Paris: Éditions de Minuit.
Amin, S. (1976). L?impérialisme et le développement inégal. Paris: Éditions de Minuit.
Amin, S. (1986). La déconnexion: pour sortir du système mondial. Paris: Éditions La Découverte.
Arndt, H. W. (1987). Economic Development: The History of an Idea. Chicago: The University of Chicago Press.
Arrighi, G. (2002). The long twentieth century: Money, Power and the Origins of Out Times. London and New York: Verso Books.
Bahro, R. (1984). From red to green. London: Verso Books.
Barsky, R. B. and Kilian, L. (2002). Do We Really Know that Oil Caused The Great Stagflation ? A Monetary Alternative. In NBER Macroeconomic Annual 2001 (pp. 137-197), vol. 16. Cambridge: MIT Press.
Boff, L. (2009). ¿ Vivir mejor o el ?Buen Vivir? ? Agencia Latinoamericana de Información, (Online). Disponível em: http://www.alainet.org/es/active/29839 [Acedido a 26 de Março de 2018, às 19:45].
Brenner, Y. S. (2013). Theories of Economic Development and Growth. New York: Praeger.
Carmo, H. (1999). Desenvolvimento Comunitário. Lisboa: Universidade Aberta.
Clarkson, S. (1978). The Soviet Theory of Development: India and the Third World In marxist-leninist scholarship. Toronto: University of Toronto Press.
Cypher, J. M. & Dietz, J. L. (1997). The Process of Economic Development. London:
Routledge.
Dávalos, P. (2014). Reflexiones sobre el Sumak Kawsay (el Buen Vivir) y las teorías del desarrollo. In A. Hidalgo-Capitán et al.(Orgs.), Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay (143-151). Huelva y Cuenca: FIUCUHU.
Diagne, M. (1999). Comment dit-on Développement en Wolof. Ethiopiques, 62 (1er. semestre), pp. 1-10.
Dos Santos, T. (1978). Imperialismo y Dependencia. México: Ed. Era.
Dos Santos, T. (2000). A Teoria da Dependência: Balanço e Perspectivas. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira.
Escobar, A. (1995). Encountering Development: The Making and Unmaking of the Third World. Princeton: Princeton University Press.
Escobar, A. (1998). Power and Visibility: development and the intervention and management of the Third World. Cultural Anthropology, vol. 3, 4, pp. 428-443.
Esteva, G. (1992), Development. In W. Sachs (Org.), The Development Dictionary: A Guide to Knowledge as Power (pp. 6-25). London and New York: Zed Books.
Esteva, G. (2009). Más allá del desarrollo: la buena vida. América Latina en Movimiento, 445, pp. 1-5.
Faletto, E. e Cardoso, F. H. (1970). Dependência e Desenvolvimento na América Latina - ensaio de interpretação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar.
Feldman, G. A. (1964). On the Theory of Growth Rates of National Income. In N. Spulber, Foundations of Soviet Strategy for Economic Growth. Bloomington: Indiana University Press.
Fragoso, A. (2005a). Desenvolvimento Participativo: Uma sugestão de reformulação conceptual. Revista Portuguesa de Educação, 18 (1), pp.34-44.
Fragoso, A. (2005b). Contributos para o debate teórico sobre o desenvolvimento local: um ensaio baseado em experiências investigativas. Revista Lusófona de Educação, 5, pp.63-83.
Frank, A. G. (1966). The Development of Underdevelopment. New York: Monthly Review Press.
Friedmann, J. (1996). Empowerment, Uma Política de Desenvolvimento Alternativo, Oeiras:
Editora Celta.
Gonçalves, T. et al. (2014). Gross National Happiness - Um novo contributo ao conceito de Desenvolvimento. Economia Solidária, 6, pp. 180-225.
González, F. J. A. (2011), El Buen Vivir, Un Paradigma anticapitalista. Papel presented On Visiting Academic University of Cambridge - Winter 2011, pp. 1-34.
Gudynas, E. (2011), Buen Vivir: Today?s tomorrow. Development, 54 (4), pp. 441-447.
Ha-Joon, C. (2002), Kicking Away the Ladder: Development Strategy in Historical Perspective. London: Anthem.
Ha-Joon, C. (2009), Bad Samaritans: The Myth of Free Trade and the Secret History of Capitalism. New York: Bloomsbury Press.
Harvey, D. (2005). A Brief History of Neoliberalism. Oxford and New York: Oxford University Press.
Hidalgo-Capitán, A. L. et al. (2014a). El pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay. In A. L. Hidalgo-Capitán et al. (Orgs.), Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay (23-73). Huelva y Cuenca: FIUCUHU.
Hidalgo-Capitán, A. L. (2014b). Sumak Kawsay Yuyay: Antología del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay. Huelva y Cuenca: FIUCUHU, (Online).
Keyes, C. (2002). The Mental Health Continuum: From Languishing to Flourishing in Life. Journal of Health and Social Behavior, 43 (2), pp. 207-222.
Latouche, S. (1999). La ´double imposture ´ du développement durable. Geographica Helvetica, Jg. 54/ Heft 2, pp. 90-96.
Latouche, S. (2009). Sobrevivir al desarrollo - De la descolonización del imaginario económico a la construcción de una sociedad alternativa. Barcelona: Icaria (2.ª edición).
Latouche, S. (2011). Vers une société d?abondance frugale: contresens et controverses sur la décroissance. Paris: Éditions de Minuit.
Lewis, W. A. (1955). The Theory of Economic Growth. London: Allen e Unwin.
Mahalanobis, P. (1953). Some observations on the Process of Growth of National Income. Sankhy?: The Indian Journal of Statistics, vol. 12, 4, pp. 307-312.
Marcelino, A. (2016). O Desenvolvimento Local e o Buen Vivir como alternativas para um ?outro? desenvolvimento. Tese de Mestrado em Estudos de Desenvolvimento. Lisboa: ISCTE-IUL.
Meadows, D.H. et al. (Orgs.) (1972). The Limits to Growth. New York: Universe Books.
Meier, G. M. & Seers, D. (Eds.) (1984). Pioneers in Development. New York: Oxford University
Press.
Murteira, M. (1990). Lições de Economia Polftica de Desenvolvimento. Lisboa: Editorial
Presença.
Myrdal, G. (1957). Economic Theory and Under-Developed Regions. London: Duckworth.
Myrdal, G. (1968). Asian Drama. New York: Random House.
Nurkse, R. (1953). Problems of Capital Fonnation in Underdeveloped Countries. Oxford:
Blackwell.
PauloVI (1989). Carta Encíclica ?Populorum Progressio?. Lisboa: Edições Paulistas.
Perroux, F. (1962). L?Économie des Jeunes Nations. Paris: Presses Universitaires de France.
Perroux, F. (1963). A Ideia de Progresso perante a Ciência Económica do nosso tempo. Análise Social, vol. I, 2, pp. 173-182.
Perroux, F. (1964). L'Économie du XXe siècle. Paris: Presses Universitaires de France (2.a ed.).
Perroux, F. (1987). Ensaio sobre a Filosofia do novo desenvolvimento. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1987.
Pieterse, J. N. (1998). My Paradigm or Yours? Alternative Development, Post-Development, Reflexive Development. Development and Change, Vol. 29, 343-373.
Pieterse, J. N. (2000). After post-development. Third World Quarterly, 21 (2), pp.175-191.
Priesner, S. (1999). Gross National Happiness - Bhutan's Vision of Development and its
Challenges. Gross National Happiness: Discussion Papers (Online), 4, pp.24-52. Disponível em: http://archiv.ub.uni-heidelberg.de/savifadok/320 [Acedido em 26 de Março de 2018, às 18:53]
Rahnema, M. (1997a). Introduction. In M. Rahnema & V. Bawtree (Eds.), The Post-Development Reader (pp. ix-xix). London: Zed Books.
Rahnema, M. (1997b). Towards Post-Development: Searching for Signposts, a New
Language and New Paradigms. In M. Rahnema & V. Bawtree (Eds.), The Post- Development Reader (pp. 377-403). London: Zed Books.
Rahnema, M. & Bawtree, V. (Eds.) (1997). The Post-Development Reader. London: Zed
Books.
Ramos, G.D. (Org.) (2014). BUENA VIDA, BUEN VIVIR: Imaginarios alternativos para el bien común de la humanidad. México, UNAM: Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, (Online). Disponível em: http://computo.ceiich.unam.mx/webceiich/docs/libro/BuenaVida%20BuenVivir.pdf [Acedido a 28 de Março de 2018, às 21:45].
Rimalov, R. (1962). Economic Cooperation between the USSR and Underveloped Countries. Moscow: Foreign Languages Publishing House.
Rist, G. et al. (1992). Le Nord perdu: Repères pour l?après-développement. Lausanne: Éditions d?en bas.
Rist, G. (2008). The History of Development: From Western Origins to Global Faith. London and New York: Zed Books.
Rodhain, F. et Llena, C. (2006). Le mythe du développement durable. Préventique Sécurité, 85, pp. 41-47.
Rostow, W. W. (1960). The stages of economic growth: A non-communist manifesto. Cambridge: Cambridge University Press.
Sachs, W. (Org.) (1992). The Development Dictionary: A Guide to Knowledge as Power. London and New York: Zed Books.
Santos, B. S. (1995). Toward a New Common Sense: Law, Science and Politics in the Paradigmatic Transition. New York: Routledge.
Santos, B. S. (2010). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia dos saberes. In B. S. Santos e M. P. Meneses (Orgs.), Epistemologias do Sul (Cap. 1, pp. 23-71). Coimbra: Edições Almedina/CES (2.ª edição).
Santos, B. S. (2014). Epistemologies of the South - Justice against Epistemicide. New York: Routledge.
Santos, B. S. e Meneses, M. P. (Orgs.) (2010). Epistemologias do Sul. Coimbra: Edições Almedina/CES (2.ª edição).
Sarr, F. (2016a). Afrotopia. Paris: Ed. Philippe Rey.
Sarr, F. (2016b). Développement: Toute une terminologie à revoir. Brennpunkt, 296, pp. 7-9.
Silva, M. M. (1963). Fases de um Processo de Desenvolvimento Comunitário. Análise Social, vol. I (4), pp. 538-558.
Silva, M. M. (1964). Oportunidade do Desenvolvimento Comunitário em Portugal, Análise Social, vol. II (7-8), pp. 498-510.
So, A. Y. (1990). Social Change and Development: Modernization, Dependency and World-
Systems Theory. London: Sage Publications.
Tortosa, J. M. (2009), Sumak Kawsay, Suma Qamaña, Buen Vivir, Fundación Carolina,
(Online). Disponível em: http://www.plataformabuenvivir.com/wp- content/uploads/2012/07/TortosaSumakKawsayBuenVivir09.pdf [Acedido em 26 de Março de 2018, às 13:46].
Tyagunenko, V. L. et al. (1973). Industrialisation of Developing Countries. Moscow: Progress Publishers.
Unceta, K. (2014). Desarrollo, Postcrecimiento y Buen Vivir: Debates e interrogantes. Quito: Abya Yala.
Ura, K. (2008). Felicidade Interna Bruta, (sine loco), (Online). Disponível em: http://www.visaofuturo.org.br/pdfs2/Felicidade%20Interna%20Bruta%20- %20Dasho%20Karma%20Ura.pdf [Acedido em 26 de Março de 2018, às 14:34].
Wallerstein, I. (1974). The Modern World-System, Vol. I: Capitalist Agriculture and the Origins of the European World-Economy in the Sixteenth Century. New York and London: Academic Press.
Wallerstein, I. (1980). The Modern World-System, Vol. II: Mercantilism and the Consolidation of the European World-Economy, 1600-1750. New York: Academic Press.
Wallerstein, I. (1989). The Modern World-System, Vol. III: The Second Great Expansion of the Capitalist World-Economy, 1730-1840?s. San Diego: Academic Press.
Wallerstein, I. et al. (1982). Dynamics of Global Crisis. London: Macmillan.
W.C.E.D.- World Commission on Environment and Development (the Brundtland
Commission) )1987). O Nosso Futuro Comum. Lisboa: Meribérica.
White, S. (2009a). Analysing wellbeing: A framework for development practice. WeD Working Paper 09/44.
White, S. (2009b). Bringing Wellbeing into Development Practice. WeD Working Paper 09/50.
Ziai, A. (2014). Post-Development concepts? Buen Vivir, Ubuntu and Degrowth, comunicação apresentada no Fourth International Conference on Degrowth for Ecological Sustainability and Social Equity, Leipzig, (Online). Disponível em: https://co- munity.net/conference2014/science/content/post-development-concepts-buen-vivir- ubuntu-and-degrowth [Acedido em 23 de Março de 2018, às 21:56).
ARNDT, H.W. (1987) Economic Development - The History of an Idea. University of Chicago Press: Chicago and London.
CARMO, H. (1999) Desenvolvimento Comunita?rio. Lisboa: Universidade Aberta.
CYPHER, J. M. e DIETZ, J. L. (1997) The Process of Economic Development. Routledge: London And New York.
DÁVALOS, P. (2014) Reflexiones sobre el Sumak Kawsay (el Buen Vivir) y las teori?as del desarrollo. In A. Hidalgo-Capita?n et al.(Orgs.), Sumak Kawsay Yuyay: Antologi?a del pensamiento indigenista ecuatoriano sobre Sumak Kawsay (143-151). Huelva y Cuenca: FIUCUHU.
FRAGOSO, A. (2005) Desenvolvimento Participativo: Uma sugesta?o de reformulac?a?o conceptual. Revista Portuguesa de Educac?a?o, 18 (1), pp.34-44.
FRIEDMANN, J. (1996) Empowerment, Uma Poli?tica de Desenvolvimento Alternativo, Oeiras:
Editora Celta.
GUDYNAS, E. (2011) Buen Vivir: Today?s tomorrow. Development, 54 (4), pp. 441-447.
HUNT, D. (1989) Economic Theories of Development - An Analysis of Competing Paradigms, Harvester Wheatsheaf: New York.
LATOUCHE, S. (2011) Vers une société d?abondance frugale: contresens et controverses sur la décroissance. Paris: Éditions de Minuit.
MADDISON, A. (1991) Dynamic Forces in Capitalist Development - a Long-run Comparative View. Oxford University Press: New York.
MEADOWS, D.H. et al. (Orgs.) (1972) The Limits to Growth. New York: Universe Books.
MURTEIRA, M. (1990) Lições de Economia Política do Desenvolvimento. Editorial Presença: Lisboa.
PERKINS, D. H. et al. (2001) Economic Development, W.W. Norton & Company: New York.
PERROUX, F. (1987) Ensaio sobre a Filosofia do novo desenvolvimento. Lisboa: Fundac?a?o Calouste Gulbenkian, 1987.
PIETERSE, J. N. (2000) After post-development. Third World Quarterly, 21 (2), pp.175-191.
RAY, D. (1998) Development Economics. Princeton University Press: Princeton and Chichester.
SILVA, M. M. (1963) Fases de um Processo de Desenvolvimento Comunita?rio. Ana?lise Social, vol. I (4), pp. 538-558.
SILVA, M. M. (1964) Oportunidade do Desenvolvimento Comunita?rio em Portugal, Ana?lise Social, vol. II (7-8), pp. 498-510.
TODARO, M. P. (2000) Economics of Development. Addison Wesley Longman: London.
WHITE, S. (2009) Analysing wellbeing: A framework for development practice. WeD Working Paper 09/44.
Economia Portuguesa e Europeia
No domínio do 1º objetivo geral, tendo como referência o período de 1960 a 2026, o aluno deverá poder:
OA1. Caracterizar o comportamento cíclico das principais variáveis macroeconómicas em Portugal e da evolução do produto e da inflação;
OA2. Identificar fases distintas do enquadramento institucional da economia Portuguesa;
OA3. Descrever episódios marcantes da evolução da economia portuguesa.
No domínio do 2º objetivo geral:
OA4. Identificar etapas marcantes do processo de integração europeia;
OA5. Indicar aspetos fundamentais das principais políticas da União Europeia.
No domínio do 3º objetivo geral:
OA6. Desenvolver capacidade analítica sobre aspetos estruturais da economia Portuguesa desde 1960;
OA7. Compreensão das necessidades e dificuldades de coordenação das políticas macroeconómicas no quadro da união monetária, bem como dos problemas emergentes no domínio institucional;
I. Evolução da Economia Portuguesa desde 60
I1. Ciclos económicos
- Factos estilizados
- Sincronização com parceiros económicos
I2. Aspetos estruturais
- Contabilidade do crescimento
- Demografia
- Estrutura sectorial- Mercado habitacional
- Mercado de trabalho
- Inflação
- Finanças Públicas
- Relações internacionais
I3. Políticas de estabilização
II. Processo de integração europeia
II1. Teorias de integração
II2. Processo histórico
II3. Coordenação das políticas macroeconómicas
- Política monetária
- Política orçamental
- União Bancária e Mercados de Capitais
- Avaliação ao longo do semestre inclui:
1. Trabalho de grupo - 40%
2. Teste final (TF) - 60%
- São excluídos da avaliação ao longo do semestre os alunos que em qualquer dos momentos de avaliação tiverem nota <8.
- Os alunos deverão registar uma assiduidade igual ou superior a 67% para estarem considerados para avaliação ao longo do semestre.
- Os alunos que não se encontram em avaliação ao longo do semestre sujeitam-se a exame final, que valerá 100%.
- Poderá ser realizada uma avaliação oral complementar após qualquer momento de avaliação para validação da nota final
- Banco de Portugal (2009), A Economia Portuguesa no Contexto da Integração Económica, Financeira e Monetária, Dezembro de 2009.
- De Grauwe, P. (2022), Economics of Monetary Union, 14th Edition, Oxford University Press.
- Silva Lopes, A. (2002), Economia Portuguesa desde 1960, 6ª edição, Novembro de 2002, Gradiva.
- Artigos e textos diversos publicados, nomeadamente, pelo Banco de Portugal, BCE, Comissão Europeia, FMI (several papers published by Banco de Portugal, ECB, European Commission, IMF).
- Barreto, António (2000), A Situação Social em Portugal, 1960-1995, Lisboa, ICS.
- Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (1998), O impacto do Euro na Economia Portuguesa, Ministério das Finanças, Abril 1998.
- Issing, O. & Others (2001), Monetary Policy in the Euro Área, Cambridge University Press.
- Pinto, A. M. (2007), Economia Portuguesa Melhor é Possível, Almedina, Março de 2007.
Políticas de Competitividade
1. Comunicação escrita: capacidade de resumir as ideias e conclusões de forma eficaz.
2. Comunicação oral: capacidade de expor oralmente as ideias de uma forma estruturada e clara.
3. Trabalho em equipa: capacidade de organizar e distribuir tarefas entre os membros do grupo, a fim de atingir as metas de uma maneira eficiente e eficaz.
4. Análise e síntese da realidade económica: capacidade da utilização de dados para fins de análise económica.
5. Análise crítica das questões económicas: compreensão dos debates atuais sobre os modelos e técnicas utilizadas em Economia; compreensão do potencial e das limitações das principais políticas económicas.
1. Competitividade: enquadramento conceptual e teórico
1.1. O conceito de competitividade
1.2. Bases teóricas das políticas de competitividade
2. Indicadores de competitividade
3. O diagnóstico da competitividade da economia portuguesa
3.1. Desempenho português com base em indicadores-chave
3.2. Principais constrangimentos à melhoria da competitividade
3.3. Atores, instrumentos, e episódios das políticas de competitividade
4. Casos de estudo de políticas de competitividade em Portugal
Avaliação ao longo do semestre:
- Mini-teste intercalar: 20%
- Trabalho de grupo (preparação e apresentação de estudo de caso): 40%
- Teste final: 40%
A avaliação ao longo do semestre exige uma classificação mínima de 7,0 valores na componente individual de avaliação.
Avaliação por exame final:
- Exame de 1.ª e 2.ª épocas: 100%
Poderá ser usado o SmartPhone como instrumento de avaliação em testes de resposta mútipla.
Mamede, R.P. (2015). O que fazer com este país: Do pessimismo da razão ao optimismo da vontade, Barcarena: Marcador.
Reis, J. (2018). A economia portuguesa: Formas de economia política numa periferia persistente, Coimbra: Edições Almedina.
Rodrik, D. (2008). ‘Normalizing industrial policy’, Commission on Growth and Development Working Paper No. 3, Washington, DC: Banco Mundial.
Amador, J. e Stehrer, R (2014). ‘As exportações portuguesas nas cadeias de valor globais’, Banco de Portugal - Boletim Económico, 75-90.
Felipe, J. e Kumar, U. (2014). ‘Unit labor costs in the eurozone: the competitiveness debate again’, Review of Keynesian Economics, 2(4): 490-507.
Kozul-Wright, R. e Fortunato, P. (2020). ‘Managing trade through production integration: industrial policy in an interdependent world’, in Oqubay, A. et al (orgs.) The Oxford Handbook of Industrial Policy, Oxford: Oxford University Press, pp. 237-265.
Krugman, P. (1994). ‘Competitiveness: a dangerous obsession?’, Foreign Affairs, 73(2): 28-44.
Mamede, R.P. (2017). ‘O papel do Estado no desenvolvimento das capacidades produtivas’, in Rodrigues, J. et al (orgs.) Economia com todos, Lisboa: Relógio d’Água Editores, pp. 71-88.
Mamede, R.P. e Feio, P.A. (2012). ‘Condições de eficácia e legitimidade da intervenção do Estado. O caso da política industrial em Portugal’, in Veloso, L. e Carmo, R.M. (orgs.) A constituição social da economia, Lisboa: Mundos Sociais, pp. 155-196.
Mazzucato, M. e Rodrik, D. (2023). ‘Industrial policy with conditionalities: a taxonomy and sample cases’, IIPP Working Paper 2023/07, London: UCL IIPP.
Optativas recomendadas
O funcionamento das unidades curriculares optativas está sujeito a um n.º mínimo de inscrições.
01109 - Economia do Ambiente e dos Recursos Naturais
L5018 - Economia Comportamental
L5020 - Economia da Inovação e do Conhecimento
03873 - Economia do Território e Desenvolvimento Local
03167 - Macroeconomia Internacional
L6054 - Teoria dos Jogos Aplicada à Economia
Objetivos
A economia estuda a forma de tomar decisões óptimas tendo em conta as restrições e ponderando adequadamente os custos e benefícios envolvidos. Os estudantes desenvolverão fortes competências quantitativas e aprenderão a aplicá-las em vários contextos, nomeadamente em:
1) Microeconomia, que lida com problemas a nível individual, tais como a fixação de preços de bens por empresas e o comportamento do consumidor das famílias. Abrange também a estrutura do mercado, o bem-estar económico e a informação imperfeita. A microeconomia trata igualmente dos efeitos das políticas públicas (como os subsídios, a fiscalidade e a legislação) no comportamento individual.
2) Macroeconomia, que trata dos problemas a nível agregado, como as flutuações do rendimento nacional, o desemprego e a inflação. A macroeconomia também trata dos efeitos das políticas públicas (como a despesa pública e a fixação das taxas de juro) nas economias nacionais.
3) Econometria, que trata da aplicação de métodos estatísticos aos dados económicos, permitindo testar diferentes teorias e desenvolver modelos que podem ser utilizados para análise ou previsão.
Os alunos também estudarão tópicos mais especializados (como Economia Internacional, Economia Monetária e Finanças) e em outras áreas relacionadas (como Contabilidade, Gestão, Computação e Direito).
Os alunos desenvolvem o pensamento crítico, a capacidade de análise, a comunicação e a colaboração. A licenciatura em Economia no ISCTE prepara os alunos para enfrentar os desafios profissionais futuros que possam surgir
No final da licenciatura em Economia os estudantes terão adquirido as seguintes competências e atingido os seguintes objetivos de aprendizagem:
1) Capacidade de comunicação escrita numa envolvente empresarial, nomedamente:
1.1) explicar assuntos de modo lógico e claro para uma audiência específica
1.2) escrever documentos com aparência profissional
1.3) resumir ideias e conclusões de modo eficaz
2) Capacidade de comunicação oral numa envolvente empresarial, nomeadamente:
2.1) agir de modo profissional
2.2) descrever tópicos oralmente de modo estruturado e claro
2.3) usar software e suporte de media de modo eficaz para suportar a sua comunicação oral
3) Capacidade para agir de modo ético, com responsabilidade corporativa e sustentável, nomeadamente:
3.1) identificar e avaliar tópicos, stakeholders e os seus interesses em relação a questões de responsabilidade corporativa e de sustentabilidade
3.2) reconhecer e descrever dilemas éticos
4) Capacidade para trabalhar em equipa e relacionar-se com outras pessoas, nomeadamente:
4.1) organizar e alocar tarefas entre os membros do grupo de modo a atingirem os objetivos de modo eficiente e eficaz
4.2) discutir ideias, resolver diferenças e estabelecer consensus
5) Capacidade para diagnosticar e analisar problemas, nomeadamente:
5.1) selecionar o software ou os métodos adequados para avaliar os temas
5.2) selecionar a informação adequada para analisr os temas
5.3) analisar os temas de modo eficaz para produzir soluções bem suportadas
6) Ser competente em Economia, nomeadamente:
6.1) identificar e aplicar teorias de gestão
6.2) identificar as proncipais característcias das teorias e dos debates económicos contemporâneos
6.3) explicar o processo de tomada de decisão a nível indicaial e ao nível da organização
6.4) discutir o poder e as limitações das principais políticas económicas
6.5) utilizar dados em análise económica
6.6) identificar os pontos fortes e as limitações dos modelos e das técnicas usadas em economia.
Acreditações
